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[Oficial] Trilogia Max Payne

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[Oficial] Trilogia Max Payne

Mensagem por Ryan - exceL em Seg 28 Jan 2013, 23:08



Max Payne 1:


Geral:

Título: Max Payne
Desenvolvedora: Remedy Entertainment
Publicadora:Rockstar
Lançamento: 2001
Gênero: Shotter
Plataforma: PC, PS2, Xbox





Descrição:
Max Payne era um policial que estava se tornando bem sucedido. Tinha se casado, acabou de ter uma filha e via o sonho americano se realizando em sua vida. Tudo acabou no dia em que sua casa foi invadida por viciados pela droga Valquíria enquanto estava no trabalho, e acabam por assassinar sua esposa e sua filha.

Por conta disso Max Payne vai trabalhar no departamento de narcóticos da polícia de Nova York. Tentava encontrar os responsáveis pela droga Valquíria, chamada de V. Seu companheiro policial Alex consegue achar provas do assassinato de sua família, porém ele é brutalmente assassinado por B.B, um ex-policial corrupto que tem ligações com a morte da família de Max Payne. Enquanto investigava a máfia infiltrado sob disfarce, sua vida se torna um caos quando seu contato na polícia é assassinado e a máfia se volta contra ele. Nesse momento a própria polícia liderada por Jim Bravura passa a persegui-lo como criminoso.

Tentando sobreviver e entender o que estava acontecendo, encontra o russo Vladmir Lem que usa Max Payne para acertar as contas com a máfia em troca de patrociná-lo em sua matança. Procurando respostas acaba por tropeçar com a matadora de aluguel Mona Sax, que leva um tiro na cabeça tentando ajudá-lo.

No final é o misterioso Alfred Woden, líder de uma sociedade secreta que revela quem é a verdadeira responsável pela droga V do projeto Valhalla. Uma mulher chamada Nicole Horne, dona da Aesir, fachada para projetos ilegais. A droga era só uma maneira de testar um projeto fracassado em pessoas e a esposa de Max Payne havia descoberto essa conexão. Pagou com sua vida por causa disso.

Max Payne então empreende uma vingança sem limites contra ela invadindo o prédio da Aesir. Por final derruba o helicóptero de Nicole enquanto ela decolava para fugir e tendo sua vingança finalizada, entregou-se à polícia.

Vídeos:

Trailer Max Payne:
Spoiler:

Gameplay:
Spoiler:


Imagens:

Spoiler:




Reviews/Notas:
GameVicio: (8.7 / 10)
Spoiler:
Início: Intrigante e instigante

Logo nas primeiras cenas do jogo, a frase que vem a cabeça do jogador é ???O que está acontecendo????. Sirenes e comunicações policiais são o prenúncio de que muita ação está por vir. Payne regozija-se de modo frio e até macabro no alto de um prédio, dizendo que seria necessário retornar a três anos atrás para que tudo aquilo fizesse algum sentido, com isso o controle passa a ser do jogador.

O enredo

Se a Remedy queria que os jogadores se enraivecessem com os vilões do jogo, o objetivo foi alcançado com êxito! Tudo é muito cruel, Max é da polícia de Nova Iorque, vive feliz com sua esposa e filhinha de berço. Um ???Sonho Americano???, como o próprio game ressalva. Numa bela tarde, ao chegar do trabalho, o protagonista percebe que algo está errado; Móveis quebrados e toda casa revirada. Payne saca um revólver, nota uma pichação diferente na parede e atende a um telefonema, que sem sombra de duvidas não era direcionado a ele. Ao ouvir os gritos de sua esposa, Payne vai até o quarto de sua filha, e então, acontece o maior choque do jogo. Os bandidos não tiveram piedade e a mataram. Já em prantos, ele continua avançando e matando os ladrões, por fim depara-se com a esposa, já sem vida estirada na cama.
Após o velório, Max pede transferência para o Departamento de Narcóticos, disposto a descobrir quem encomendou a morte de sua família. Um encontro com seu parceiro numa estação de trem, e a verdadeira ação se inicia.

Dificuldade

Não podemos dizer que os inimigos são burros, no entanto, chamá-los de inteligentes seria exagero. Eles te perseguem tendo plena consciência de sua localização, porém, não se preocupam em esquivar-se das balas, como se nada importasse, e suas vidas não corressem perigo. No caso de drogados isso é até compreensível, mas quando se trata de pessoas lúcidas, é inaceitável.

A ausência de dificuldade fez com que os criadores colocassem verdadeiras gangues na rota do jogador, a impressão que se tem é que o mundo está contra você. Após finalizar o jogo, fizemos um teste, inserimos o código de imortalidade, e jogamos, não matamos inimigo algum e continuamos prosseguindo, após breves minutos, um verdadeiro formigueiro formou-se atrás do personagem, chegando a deixar o jogo lento. Isso, realmente equilibra as coisas, mas, sem dúvida não foi a maneira mais inteligente.

Os chefes das fases complicam, não por méritos próprios, mas por uma armadilha criada pelo próprio jogo. ?? evidente que após superar uma legião de inimigos sua condição não é das melhores, principalmente quando o jogador não tem paciência alguma de explorar o cenário atrás dos analgésicos.

As fases foram bem desenvolvidas, apesar de terem uma trajetória linear, exigem do jogador raciocínio rápido e agilidade. Nada que requeira inteligência, o jogo é completamente voltado para a ação, a ponto de levá-lo ao cansaço físico realmente. Perseguições, emboscadas, risco de vida, adrenalina pura!

Jogabilidade

A jogabilidade é boa, o único problema é a câmera mover-se muito rapidamente, a impressão que se tem quando está jogando é que a sensibilidade do mouse é duas vezes maior, principalmente quando se joga muitos jogos ao mesmo tempo, se você for pro jogo antes de passar pelo tutorial, passará por alguns problemas até se adaptar ao ritmo do jogo.

Armas podem ser facilmente selecionadas, o uso do famigerado ???E??? é constante, como o jogo é antigo nada mais é novidade.

Tecnicamente...

Não é nenhum pecado a engine desse jogo conter bugs, convenhamos. Mas o que mais chama a atenção é o fato deles serem poucos sendo comparado a games de tecnologia mais avançada, como por exemplo, Call of Duty.

Podemos ver que o game é bem ???arrumado???, não contém nenhuma falha grave, como personagens flutuantes ou sons atrasados, o Bullet Time, lançado junto com o jogo, é a prova que o jogo é bom em conceitos técnicos, perfeitamente jogável, e útil ao player.

Algumas pessoas se queixam de que o jogo apresenta incompatibilidade com o Windows XP. O game não apresentou nenhum problema nesse quesito

Linguajar pesado
"Max Payne não é coisa para crianças"

Essa frase daria um bom e verdadeiro ditado.

Durante o game inteiro ouve-se falar de drogas e sexo, nas horas vagas, jogo ilegalizado. Ainda de quebra, Max sempre arranja alguma maneira de fazer referência ao andar de baixo. Não é a toa que o jogo tem um sistema para ativar a censura, cortando assim, as partes impróprias para menores durante o jogo.

O sistema de censura tinha tudo para dar certo, a não ser pelo fato de simplesmente acabar com a graça e o sentido do jogo. Com a censura ativada, as histórias em quadrinhos que precedem o início das fases não aparecem, tornando o jogo apenas uma carnificina sem fundamento. Tudo bem, adaptar o game para a censura após tudo estar concluído não é fácil, além do mais se tratando de uma história policial, mas, definitivamente os produtores acabaram com a alma do jogo no modo censurado. Devem ter passado por um dilema, optar por um formato de história mais abrangente e falso, ou um mais realista, apesar das restrições. Podemos perceber pelo que optaram.

Gráficos

Os gráficos do jogo são bons pra época de lançamento. Os criadores pareciam projetar os gráficos para uma atualização constante, que pode ser comprovada nos anos subseqüentes ao lançamento do game.

Portanto, podemos dizer que a qualidade gráfica de Max Payne ainda é suportável.

Áudio

Max Payne é um dos poucos jogos em que não precisamos recorrer à GameVicio para entender o que se passa no game. O jogo pode ser encontrado totalmente em português, é gratificante jogar um jogo desde o início entendendo tudo que se passa durante a trama. Realmente é lamentável a forma que as desenvolvedoras de jogos esqueceram-se do Brasil, esperamos que algum dia isso possa mudar.
No mais, as vozes, efeitos, e trilha sonora, cumprem seus papéis, sem decepcionar.

Conclusão

Max Payne apesar de antigo torna-se ainda uma boa opção para o gamer que deseja se divertir, e não dá tanta importância assim para os gráficos. Claro que apreciar uma boa paisagem, personagens bem modelados agrada a qualquer um, porém, nem todos têm meios para realizar tal feito... é nessa hora que agradecemos por existir um game como esse.

Se você é alguém que prioriza desafios e não está nem aí com enredo, é bom procurar outro título. Digamos que metade da consistência de Max Payne encontra-se no enredo.

Por fim, Max Payne apresneta uma boa trama, jogabilidade quase perfeita, áudio excelente e gráficos aceitáveis... um ótimo saldo no final.

Baixaki Jogos(9.1 / 10)
Spoiler:
A influência do cinema no mundo dos games está cada dia mais clara e evidente. De fato, uma quantidade considerável de títulos que se inspiram em diferentes estilos cinematográficos e até nos filmes propriamente ditos vêm aparecendo no mercado.

Max Payne, entretanto, vai muito além disso. Embora o título traga clara inspiração em grandes nomes do cinema como o diretor John Woo (famoso por seus filmes recheados de ação e tiroteios fantásticos) e em características de estilos como o film noir no enredo e nos personagens, a história é narrada através de quadrinhos ao invés de animações cinematográficas.

Some a todos estes elementos estéticos uma jogabilidade rápida, dinâmica e altamente responsiva; o resultado é um título com um estilo único e incomparável capaz de atrair até mesmo os jogadores menos familiarizados com o gênero.

Nada a perder

Max Payne é um detetive do Departamento de Polícia de Nova Iorque prestes a se retirar do seu cargo para dedicar-se à sua filha recém nascida e sua mulher. No entanto, quando chega em casa do seu último dia de trabalho, Payne encontra sua família morta por viciados violentos que invadiram sua casa, aparentemente entorpecidos por uma substância nova chamada Valkyr, traficada apenas pelos mafiosos da família Punchinello.

Três anos depois, Max Payne é um agente disfarçado trabalhando em uma investigação relacionada com o tráfico da droga. No entanto, algo dá errado e Max agora é acusado pela polícia de assassinato e perseguido pelos bandidos. Payne mergulha, assim, em uma busca incessante por respostas na noite que promete ser a mais fria de sua vida.

A história do jogo é dividida basicamente em três atos com diversos capítulos cada e é contada através de seqüências de quadrinhos entre as cenas de ação propriamente ditas. Tudo é narrado pela voz obscura de Max Payne (interpretado pelo ator James McCaffrey), que, com comentários irônicos e sombrios, dá um tom de film noir ao game.

Uma chuva de chumbo

Max Payne é essencialmente um jogo de tiro em terceira pessoa com grande foco nos combates intensos com armas realistas; ao longo do game você tem acesso a armas que vão de pistolas até submetralhadoras e rifles automáticos. Mas as armas não são o fator que mais contribui para tornar o game tão intenso e voltado à ação.

Para tornar Max Payne um policial apto a acabar com exércitos de inimigos armados que vão de viciados a mercenários, os desenvolvedores se obrigaram a trabalhar em um sistema de jogo bastante peculiar. Como resultado, a jogabilidade gira em torno de um recurso chamado bullet-time, no qual é possível desacelerar o tempo enquanto se esquiva, mira e atira nos inimigos em tempo real.

É imprescindível saber utilizar o bullet-time adequadamente, afinal, os seus oponentes são numerosos e, nas dificuldades mais elevadas, mais resistentes a danos que o próprio protagonista. Não é raro, por exemplo, ser pego desprevenido por um tiro de um escopeta calibre 12 pelas costas e morrer instantaneamente.

Felizmente, Max Payne tem uma pequena vantagem sobre os adversários além do bullet-time: os painkillers (analgésicos). Você pode carregar até 7 frascos de painkillers e utilizá-los a qualquer momento. Mesmo durante as batalhas mais intensas, basta acionar o atalho para o uso dos analgésicos para começar a recuperar a energia instantaneamente.

Encontrar painkillers e munição ao longo do jogo não é uma tarefa complicada, visto que os cenários são bastante lineares e até um pouco previsíveis. Os inimigos também se comportam desta maneira; comandados por scripts, eles geralmente agem sempre da mesma forma e tomam os mesmos caminhos.

Frio como uma arma

Sendo um dos primeiros de sua geração, Max Payne oferece uma qualidade gráfica impressionante frente aos outros lançamentos contemporâneos. Os modelos dos personagens são muito bem feitos e o efeito das balas é muito interessante. Vale destacar o efeito visual do bullet-time, que oferece um show à parte, além da fisionomia do protagonista, que transmite um ar de sarcasmo e desconforto, ao mesmo tempo.

Os cenários são bastante variados e trazem um tom sombrio característico de filmes de suspense e policial. Ao longo do game você passa por estações de metrô, prédios abandonados, mansões de mafiosos e até quartéis generais dos maiores criminosos da cidade de Nova Iorque.

Os efeitos sonoros em Max Payne também são dignos de destaque. O ruído dos disparos das armas ecoa por todos os lados e o silêncio e o suspense alternam-se com o caos e o barulho das explosões, tornando o clima do jogo bastante sombrio e intenso, ao mesmo tempo. Mas um dos aspectos que mais marca a série é a trilha sonora. O tema de abertura é bastante marcante e, mesmo embora acompanhe o jogador ao longo de toda a trama, dificilmente se torna cansativo.

Embora bastante peculiar, o estilo estético alcançado pelos desenvolvedores pode render muitas comparações. Uma delas é com o sucesso cinematográfico Matrix, graças ao uso do bullet-time, que aparece de forma muito semelhante no filme. Já o personagem principal, Payne, já foi comparado com o herói Frank Castle, o Justiceiro, que também perdeu a família e passou a dedicar sua vida para combater o crime. Max, entretanto, é menos idealista, mas também menos cruel e destemido, ou seja, mais humano. A junção de todos estes elementos, enfim, dá origem a uma fórmula única.

Um exército de um homem só


Max Payne sem dúvida alguma é um daqueles títulos que representam efetivamente um passo a frente em um gênero. Com mecânicas inovadoras e muito divertidas, o título trouxe toda a emoção dos filmes de ação de diretores com John Woo ao mundo dos jogos, adicionando um pouco do seu próprio tempero à fórmula. Através de um enredo simples, porém provocante e sombrio, o game incentiva o jogador a sempre buscar descobrir mais; esta é a característica mais marcante e valiosa do game.

Fontes: Baixakijogos / UOLjogos / Zangado games / IGN


Última edição por Ryan - exceL em Qui 07 Fev 2013, 15:02, editado 5 vez(es)

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Re: [Oficial] Trilogia Max Payne

Mensagem por Ryan - exceL em Seg 28 Jan 2013, 23:08

Max Payne 2: The Fall of Max Payne:


Geral:



Título: Max Payne 2: The Fall of Max Payne.
Desenvolvedora: Remedy Entertainment
Publicadora:Rockstar Games
Lançamento: 2003
Gênero: Shotter
Plataforma: PC, PS2, Xbox



Descrição:

Max Payne se transforma de prisioneiro em policial herói. Alfred Wooden cumpriu a sua palavra e limpou as acusações contra Max. Agora ele trabalha com Jim Bravura como detetive da polícia de Nova York. Porém ao tentar ajudar o amigo Vladmir Lem, contrabandista de armas russo, a retomar o seu restaurante Vodka acaba por descobrir que há alguém querendo a sua cabeça.

Nisso ele reencontra Mona Sax, que acreditava estar morta por ter levado um tiro na cabeça. Ela é considerada suspeita de assassinato no caso da detetive Winterson, sua colega de trabalho. Mona Sax revela que também possui pessoas atrás de sua cabeça e que pode ajudá-lo pois conhece pessoas da mesma sociedade secreta de Alfred Wooden que querem falar, mas ela foram eliminadas antes. Max se apaixona por Mona Sax.

Max é pego agindo juntamente com Mona Sax pela detetive Winterson. Ela quer matá-la, Max a impede matando a detetive antes. Ele descobre que ela na verdade era namorada de Vladmir Lem, e que ele quer a cabeça de Max. Alfred Wooden revela que a sua sociedade está desmoronando e que Vladmir Lem faz parte dela.

Na verdade o próprio Wooden contratou Mona Sax para matar Max e terminar com essa confusão que se instalou. Porém é Vladmir Lem que consegue matar Wooden e Mona Sax na própria mansão de Wooden. Ele tenta matar Max, mas acaba morrendo antes.

Há dois finais possíveis, um no qual Mona Sax morre e outro no qual Mona Sax continua viva no final.

A história é contada de maneira não linear durante o jogo, começando com cenas da morte de Mona Sax e iniciando a primeira fase a partir "do ponto onde não havia mais volta" quando ele mata a detetive Winterson sem ainda reconhecer a ligação dela com Vladmir.

Vídeos:
Oficial Trailer:
Spoiler:

Gameplay:
Spoiler:

Gameplay 2:
Spoiler:

Imagens:

Spoiler:




Reviews/Notas:
GameVicio (9.0/10)
Spoiler:
Revivendo o pesadelo

Max Payne, no primeiro jogo, teve a família assassinada, foi traído e vítima de uma armadilha, sendo acusado por crimes que não cometeu. A justificativa da história era que a matança proporcionada por ele era fruto de um homem desesperado, que não tinha nada a perder. Até o slogan do jogo era esse: "Nothing to Lose".

Agora, depois do inferno astral que viveu, o nosso herói enfrenta algo que parece ser o seu carma aqui na Terra, ser vítima de conspirações. Depois de voltar a trabalhar para o departamento de polícia de Nova Iorque, Max vai investigar um tiroteio em um antigo armazém abandonado. E claro, nada é o que parece.

Max vai descobrir agora uma imensa teia de crimes, traições, corrupção e intrigas que vai novamente deixá-lo onde sempre esteve, na merda. O tira durão ainda vai ter que enfrentar desta vez uma história de amor com a "femme fatale" Mona Sax, que levou um balaço na cabeça no primeiro jogo mas volta neste episódio intacta, fria, inteligente e sexy, muito sexy. Ironicamente, um de seus maiores inimigos no primeiro jogo vira agora a & 39;única coisa com que Max se importa durante sua incursão pelo mundo do crime.

Se você sempre teve vontade de jogar um jogo para adultos de verdade, este é um dos poucos lançamentos do mercado que dão direito a suspense, uma história bacana, erotismo e até cenas indiretas de sexo e gemidos de transas.

A ajuda da Rockstar neste episódio parece ter sido decisiva para fazer de Max Payne 2 um jogo mais indicado para pessoas acima de 25 anos, que curtem um tema mais adulto mas sem as bobagens dos jogos "wannabe".

"Film Noir"
Na selva de mediocridades dos jogos de ação atuais, Max Payne 2 consegue se distinguir não somente por seus excelentes gráficos e jogabilidade, mas principalmente por seu estilo. O jogo é uma homenagem aos filmes "noir" dos anos 50 e 60, com um enfoque no tom pessimista e melancólico da trama policial, visuais escuros e uma narrativa que mistura drama, filosofia e paixão, contada sempre em "off" por Max Payne durante o jogo e nos intervalos das missões com os já famosos quadrinhos que, desta vez, estão muito mais expressivos e bem desenhados que na primeira versão.

E por falar nos quadrinhos, alguns podem chamar sua inclusão em um jogo deste calibre como preguiça, falta de talento ou de grana dos programadores da Remedy para fazer filminhos contando a história. Mas eu tenho certeza que esta foi uma opção de estilo que funciona muito bem, pois eles te deixam tenso, te emocionam e são mais interessantes que 99% da computação gráfica ou animações em tempo real vistos nos jogos de ação, que geralmente possuem canastrões com pele de cerâmica e cara de borracha, movimentos robóticos, piadas sem graça e roteiros de filme B. Max Payne 2 é contra a maioria dos clichês utilizados nos jogos em CD e DVD, e possui charme, conteúdo e alma.

Graphics Powerhouse
Em Max Payne 2 temos gráficos muito melhores do que os vistos em 2001, claro. Os personagens ganharam milhares de polígonos e detalhes a mais, e o resultado do modelamento 3D chega a ser impressionante. Max agora tem cara de galã misturado com policial durão da cidade de Nova York, e não aquela expressão de vontade de ir ao banheiro do primeiro jogo. Os inimigos também têm rostos distintos, muito bem modelados. O destaque vai para Mona Sax, uma vilã com rosto lindo e exótico, e corpo escultural (há até um truque para vê-la pelada). Todos os personagens agora possuem movimentos mais suaves, fruto do uso da técnica "motion-capture".

Os cenários estão maiores, mais detalhados e muito mais interativos, graças ao uso do "Havoc Physics Engine 2.0", uma ferramenta que está ficando comum nos próximos jogos 3D e que dá ao cenário e aos objetos todas as propriedades físicas do mundo real. Por exemplo, se você atira em uma lata, ela cai para trás dependendo da arma utilizada e da posição do tiro. Até mesmo uma vassoura encostada na parede pode ser quebrada com um disparo de pistola. Max Payne 2 é um dos primeiros jogos de ação a sair no mercado com uma utilização realista e automatizada da física em todas as fases, embora muitos detalhes ainda tenham que ser acrescentados e melhorados. O bacana de isso tudo é que a física não pesa o jogo, e ele roda suavemente em equipamentos medianos, equipados, é claro, com placa 3D moderna e memória suficiente. Efeitos de fogo e fumaça muito bem feitos completam o pacote. A visão continua em terceira pessoa.

Em suma, o sistema gráfico é muito bom, leve e poderoso.

Mais mudanças


Outra atração que volta melhorada é o "Bullet Time", o velho truque de colocar o tempo em câmera lenta para se desviar das balas e ter mais agilidade para matar os inimigos. Com o "Bullet Time 2.0", Max pode recarregar suas armas em tempo real e possui mais mobilidade para se desviar de disparos em média distância. O efeito agora funciona com um toque artístico, utilizando um filtro sépia e os sons da batida de coração e das armas misturados ao fundo. Apesar de ter sido claramente inspirado nos efeitos de Matrix, a execução do Bullet Time neste novo Max Payne é excelente. Até os sons distorcidos das armas quando atiram em câmera lenta estão aqui.

E por falar em armas, elas estão melhores do que nunca. Embora não haja um lançador de foguetes (este é um jogo realista pessoal!), existe equipamento aqui para fazer inveja a qualquer traficante carioca. As armas variam desde pistolas 9mm e Desert Eagle, até granadas, coquetéis Molotov, metralhadoras Ingram, escopetas, fuzil AK-47, submetralhadora MP5 e rifles de precisão.

Outra mudança sutil na série foi a inteligência artificial melhorada dos inimigos. Agora eles te acertam para valer, mesmo de longe, embora ainda sejam meio patetas para pensar e perseguir o nosso herói.

E finalmente, mais um ponto que vale a pena ser destacado é o som. A começar pela música tema, que é belíssima, e passando pelos sons das armas, explosões, chuva e toda sorte de efeitos ambientais. As dublagens são de altíssimo nível, acima da média, e o vocabulário utilizado por Payne (para quem entende bom inglês) é de uma riqueza gramatical e filosófica impressionante para um jogo de ação.

Ação, muita ação

Apesar do invólucro sentimental e artístico, Max Payne 2 continua sendo, na sua alma, um jogo puro de ação. E por sinal, muito parecido com o primeiro da série. O sistema de jogo é o mesmo, com o mouse você muda a direção do olhar de Max, atira e ativa/desativa o Bullet Time, com as setas movimenta o personagem.

Para quem curte uma ação básica, sem ter muito o que pensar, este é o jogo. Sua jogabilidade é simples, prazerosa e desafiadora. 90% dela consiste em atirar no que vê pela frente, e em algumas partes você tem que fugir dos inimigos ou encontrar a saída em prédios em chamas. O jogo é dividido em capítulos, como no Max Payne original e é completamente linear. Há scripts muito interessantes em algumas partes, que dão mais emoção à jogatina, como paredes que desabam e explosões.

Alguns probleminhas

Max Payne 2 não é perfeito e está longe de ser inovador, apesar de ser um grande jogo. Quem jogou o primeiro episódio vai ter uma sensação de Déjà-vu.

Seu maior defeito gráfico é a iluminação, que é fraca para um lançamento deste calibre, principalmente depois do que vimos em Splinter Cell. Quando atiramos em uma luz, por exemplo, ela não se apaga. Outra coisa que me aborreceu um pouco é que os programadores algumas horas me pareceram deslumbrados com os novos efeitos de física, e exageraram na dose.

Há algumas partes muito difíceis também, de onde vem tiros de todos os lados e você nem sabe o que te atingiu. ?? importante ter paciência para começar de novo, afinal, você também é um fodido na vida e, como Max, não tem nada a perder.

E, para terminar, algumas pessoas reclamam que o jogo é curto demais. Eu digo que ele é curto, mas é intenso, o que para mim é muito mais prazeroso.

O Veredicto:
Max Payne 2 é o pináculo do jogo de ação em terceira pessoa. Você não encontrará nada melhor no PC.

Prós:
+ Belos gráficos, engine é leve;
+ Cenários gigantescos e bem construídos;
+ Física recria o comportamento das leis do mundo real;
+ O tempo de bala continua jóia e é o principal diferencial do jogo;
+ Mona Sax;
+ Belas armas, reais;
+ Violento, erótico e com linguajar pesado;
+ Desenrolar da história é complicado, mas é bacana.

Contras:
- Luz é fraca;
- Mais do mesmo;
- Se você não gostou do primeiro, não vai se apaixonar por Max nesta segunda tentativa.

Artigonal
Spoiler:
Jogabilidade:

Quem nunca ouviu falar da jogabilidade tão única de Max Payne? Caso o leitor já tenha jogado o primeiro título ou pelo menos viu um amigo jogar por horas a fio (e é bem provável que a grande maioria se enquadre neste grupo), atente seus olhos para o próximo parágrafo, pois este será dedicado especialmente aos que ainda não desfrutaram desta perfeição. Estamos falando de um game de ação com o modo de visão em terceira pessoa, um shooter convencional, mas com um diferencial: o buller-time (ou shotdodge como é chamado em Max Payne). Este é um sistema que permite ao jogador entrar na ação do jogo em slow-motion, ou seja, se lançar contra “n” inimigos em uma velocidade reduzida do normal, porém não perdendo a agilidade e rapidez do mouse nos tiros. Semelhante ao visto no filme The Matrix, o shotdodge inova não somente por ser muito legal em balear o inimigo em câmera lenta, mas também por determinar com riqueza a direção de cada bala atirada, acertando de forma coerente o corpo, que reage conforme o local atingido.

Evitando ser alvo de qualquer crítica, The Fall of Max Payne manteve sua jogabilidade polida. Para não dizer que ficou praticamente idêntica, os impactos ficaram mais realistas, fazendo das partes vitais dos inimigos mais sensíveis ao tiro certeiro, e da movimentação corporal mais reagente a uma rajada de disparos, podendo até levantar o corpo devido a intensidade. As armas permaneceram iguais, não dando espaço para nenhuma outra. Toda a acrobacia que antes era exercida no primeiro jogo da série incrementou levemente sua performance, com pulos e giros mais relevantes e uma física mais convincente. A grande novidade é o bullet-time incorporado ao pulo pelo botão Shift, que permite utilizar os mesmos movimentos do shotdodge, entretanto recompensa aqueles que estiverem com a mira em dia, pois você pode utilizar este efeito sem qualquer limitação. Relevando que se acerte o maior número de disparos possíveis, o bullet-timese mostra muito prático para aniquilar dezena de inimigos em um mesmo cenário.

A trama consistente e cativante deste segundo título também agrada. Comum na vida de Payne, o game mescla personagens conhecidos da trama do primeiro episódio com algumas novidades, como a nova - e belíssima - companheira, Mona Sax. Apesar de esboçar uma paixão enrustida pela bela, nosso herói se envolve em mil traições rotineiras, mas que facilmente se safa com a morte de centenas de inimigos. O interessante é que, em meados do jogo, o enredo introduz Mona a sua jogabilidade, permitindo que você a controle em algumas missões. Mais interessante ainda é que a participação da garota no game são situações simultâneas ou passadas aos acontecimentos que acontece com o protagonista; em outras palavras, você deve jogar na pele de Mona a mesma missão que Payne passou, entretanto na visão feminina, logicamente. Mesmas armas, mesmos saltos, mesma destreza, não há diferença de controle de um para o outro, o que não implica em aprender outros novos comandos.

A dificuldade inicial não exige muito do jogador, especialmente porque o bullet-time facilita a vida de qualquer um. Após finalizar o jogo (infelizmente é totalmente possível terminá-lo com menos de 8 horas de jogo; é um game muito curto), novos níveis mais hardcores são liberados (são três níveis de dificuldade no total) e dois novos modos de jogo com desafios por tempo: oNew York Minute que é o mais sem graça, pois serve apenas para você medir o tempo mínimo que consegue terminar cada capítulo do jogo, e o Dead Man Walking que é mais interessante e oferece diferentes mapas onde se pode ficar matando inimigos que surgem de pontos definidos infinitamente e o objetivo é tentar permanecer vivo o maior tempo possível. O bom QI virtual dá reações de ataque e cautela aos oponentes, revelando um comportamento bem simulado com reais ocasiões de tensão.

Antes de finalizarmos este quesito, não poderíamos deixar de elogiar o excelente sistema de física “Havok” (o mesmo que será usado no Half-Life 2) que proporciona um realismo fantástico nos objetos dos cenários e nos corpos dos inimigos (ou defuntos), seja reagindo aos tiros como às explosões, que não desapontam em nenhum momento.

Áudio:

Após amargar um passado devastado pela criminalidade e a perda de seus entes queridos, Payne saboreia neste novo episódio a dor de estar a beira da morte novamente. O clima mórbido é constante em quase todo o jogo, e as poucas músicas presentes nele são baseadas no mesmo tema que originou o game original, tradicionalmente tocado no menu inicial. O requinte da dublagem é a maior atração neste ponto, pois a célebre e inconfundível voz de Payne foi mantida para também não perder sua marca principal: a frieza e seriedade. Os comportamentos inquietos das demais personagens traçam gritos e muito, mas muitos sotaques cômicos, vindos de todas as partes. O conjunto de russos, italianos e americanos que se mesclam em meio à história, protagoniza tiroteios frenéticos e insultos dos mais engraçados, expressando a bela obra concluída pelo elenco. Outra particularidade que pesa positivamente é a qualidade dos disparos, uma vez que se distinguem sonoramente umas armas da outra só pelo poderio do barulho. Detalhe que, quando em modo do shotdogdge ou bullet-time, o áudio também se comporta em câmera lenta, reduzindo a velocidade do som e acompanhando com precisão as manobras realizadas.

Gráficos:

Uma das maiores qualidades em Max Payne é sua produção gráfica, criada em uma engine bastante acessível à praticamente qualquer placa aceleradora de médio porte (recomenda-se uma GeForce 4 MX para cima), mantendo uma beleza visual ao mesmo tempo. O grande truque da Remedy foi expressar cenários curtos, fechados, noturnos, evitando florestas quilométricas ou campos desertos vastos (mesmo porque corredores e edifícios soam muito melhor com o título do que paisagens exuberantes); The Fall of Max Payne retoma a atmosfera urbana, enfocando mil pormenores que caracterizam os ambientes com perfeição. As calçadas sujas de óleo, os muros pichados e destroçados descrevem as rotas de nosso herói, lugares sujos da periferia nova-iorquina, que fazem contraste com o glamour das mansões dos cabeças da máfia.

Outra característica notável mantida do primeiro jogo é a perfeição dos efeitos em slow-motion: nenhuma falha é vista a olho nu enquanto neste modo o personagem realiza seu malabarismo. Toda a movimentação suave é fantasticamente representada, desde as balas que percorrem seus caminhos com exatidão após o disparo, ou até mesmo os saltos ornamentais que dão um charme especial a mais para estes assassinos de plantão. O buller-time pode confundir os olhos com o efeito blur, reproduzindo imagens que se repetem e deixam rastros inúmeras vezes, ou para ser mais sucinto, uma visão embaçada.

Um ponto impressionante é o realismo proporcionado pelas sombras das personagens, interagindo diretamente com qualquer fonte de luz (lâmpadas, chamas incandescentes, faróis, sol, etc.) e obedecendo a sua posição e intensidade. Elas são propagadas conforme a luminosidade, e respeitam a profundidade de solos e paredes, não se comportando apenas como um borrão que percorre o solo. Para exemplificar melhor, quando vemos Payne cruzar uma parede esburacada, as deformações da sombra produzida são nítidas, pelo fato da parede apresentar diferentes nivelações e profundidade.

Por fim, skins detalhadas com excesso de texturas atribuem aos protagonistas características quase humanas. Não ficou foto-realistas, porém o trabalho é bem reconhecido por deixá-los tão perto de um modelo verídico.

Conclusão:

Para o homem que um dia resistiu à dor da perda de sua mulher e filho, socos e tiros não bastaram para derrubá-lo. The Fall of Max Payne é a continuação do premiado jogo em terceira pessoa, cuja tônica envolvia não só uma serie de assassinatos e traições, mas também uma trama impecável de suspense com muita ação. O segundo capítulo não se mostra diferente, e preserva em cada detalhe o quanto bom e velho Max Payne que surpreendeu os jogadores há dois anos atrás, aperfeiçoando ainda mais seu visual deslumbrante, sua jogabilidade inigualável, sua trama adocicada por um romance, e tiros, muitos tiros.

Max Payne 2 é o melhor jogo do ano se tratando de shooter em terceira pessoa, e o que é melhor, sem alterar muito sua essência original. Sendo assim, ele não é um game para se recomendar, mas sim, uma diversão obrigatória para quem tem qualquer atração pelo estilo.

Ao público nacional, só fica a dúvida cruel de quando o game chegará às lojas por aqui, já que a GreenLeaf, que é a distribuidora que representa a Take2/RockStar no Brasil, ainda não fez nenhuma previsão para o seu lançamento até o momento, nem anunciou se ele sairá com dublagens e legendas em português como o primeiro título.

Fontes: Wikipedia / UOL Jogos / IGN / Zangado Games.


Última edição por Ryan - exceL em Ter 29 Jan 2013, 00:22, editado 3 vez(es)

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Re: [Oficial] Trilogia Max Payne

Mensagem por Ryan - exceL em Seg 28 Jan 2013, 23:09

Max Payne 3


Geral:


Título: Max Payne 3
Desenvolvedora: Rockstar Vancouver
Publicadora:Rockstar Games
Lançamento: 2012
Gênero: Shotter
Plataforma: PC, PS3, Xbox 360




Descrição:

A história do jogo começa in media res, no momento em que Max Payne aponta sua arma para um soldado que agoniza mutilado no chão em frente a um hangar em chamas. Logo em seguida, a história regressa alguns dias para uma festa numa cobertura luxuosa em São Paulo, onde Max e seu amigo Raul Passos trabalham como guarda-costas da família Branco, composta por Rodrigo Branco (um empresário), sua mulher Fabiana (uma socialite) e seus irmãos Victor (um político candidato à prefeitura da cidade) e Marcelo (um baladeiro). Durante a festa, uma gangue chamada Comando Sombra invade o apartamento e tenta sequestrar Rodrigo e Fabiana, mas o plano é frustrado por Max. Dias depois, numa casa noturna, a mesma gangue tenta sequestrá-los novamente, e desta vez conseguem levar Fabiana. O ponto determinado para a entrega do resgate é o estádio do time de futebol fictício Galatians FC. Contudo, durante a entrega, policiais do grupo paramilitar Crachá Preto atacam os envolvidos na troca, iniciando um tiroteio generalizado. Max e Raul escapam, mas o grupo paramilitar consegue roubar o dinheiro. Enquanto deixa o local de helicóptero, Max tem um flashback que explica como ele foi parar no Brasil.

É revelado que após se aposentar da polícia de Nova Iorque, Max passa a maior parte de seus dias em bares, bebendo e tentando esquecer os acontecimentos que destruíram sua vida. Em uma dessas noites, Max é ameaçado de morte por Tony De Marco, filho de Anthony De Marco, um dos principais criminosos de Nova Jérsei. No entanto, é salvo por Raul, que, segundo o mesmo, foi um antigo amigo de Max antes do mesmo ingressar na polícia de Nova Iorque. Ambos bebem e celebram a noite quando minutos depois, Tony De Marco volta com alguns comparsas armados e tenta novamente ameaçar Max e Raul. Quando Tony agride uma mulher presente no local, Max se enfurece e acaba matando-o.

Um tiroteio é desencadeado e ambos os ex-policias se esgueiram pelas ruas de Nova Jérsei, fugindo dos mafiosos que agora os perseguem. Os dois chegam no apartamento de Max, onde buscam um pouco de descanso, mas Anthony vai junto com seus guarda-costas ao apartamento com o objetivo de tentar vingar seu filho. Max e Raul conseguem fugir pelos telhados e becos de Hoboken, assim escapando da morte mais uma vez. Percebendo que Max já é um homem morto em Nova Jérsei, Raul Passos o convida para trabalhar como guarda-costas na América do Sul, mais precisamente em São Paulo. Max reluta, mas acaba aceitando a proposta.

De volta ao enredo principal do jogo, Max e Raul percorrem o Rio Tietê de lancha até chegarem a uma base do Comando Sombra, localizada na periferia da cidade. Lá, Max chega perto de salvar Fabiana, mas acaba perdendo ela de vista após uma perseguição no rio. No dia seguinte, Max e Raul discutem a situação com Victor, Rodrigo e Armando Becker, o comandante do batalhão local de uma unidade especial da polícia chamada Unidade de Forças Especiais (UFE, algo equivalente ao GATE, o BOPE ou a SWAT). Logo após a reunião, vários homens do Crachá Preto invadem a empresa. Max mata todos eles, mas um assassino não revelado executa Rodrigo e deixa uma bomba em sua sala, que destrói parcialmente o prédio. Max escapa, mas não sem antes descobrir de um policial prestes a morrer que o cativeiro de Fabiana é a favela Nova Esperança, e que o ataque à empresa dos Branco era uma tentativa de capturá-lo e vingar a morte dos membros da organização paramilitar que ele matou.

Max decide entrar na favela para procurar Fabiana, mas antes raspa sua cabeça para se disfarçar. Na comunidade, ele é zombado e assaltado por traficantes e logo se perde. Numa prostíbulo, Max encontra um policial chamado Wilson da Silva, que explica para ele que o Crachá Preto é ligado a Rodrigo, que os contratou para limpar favelas em uma determinada área de modo a possibilitar a implementação de um empreendimento varejista. Wilson explica a Max que a UFE e Victor podem estar ligados à sua situação.

Max encontra Fabiana sendo mantida refém com sua irmã Giovanna (que também é a namorada de Raul) e Marcelo, que tentaram pagar o resgate sozinhos, em vão. Max tenta salvá-los, mas Serrano (o líder do Comando Sombra e mandante dos sequestros) executa Fabiana. Imediatamente após o disparo, a UFE irrompe na favela e Serrano e seus homens levam Giovanna e Marcelo e deixam Max sozinho com um deles.

Max então tem outro flashback, no qual ele é mostrado visitando o cemitério onde sua esposa e filha estão enterrados antes de partir para o Brasil. Durante a visita, Max é atacado por assassinos enviados por Anthony De Marco, o criminoso cujo filho foi morto anteriormente pelo protagonista do jogo. Max e Raul conseguem novamente escapar da morte, porém são capturados pelos capangas do vilão e obrigados a cavar suas próprias covas, onde serão enterrados após pagarem com a vida pela morte de Tony. Ambos conseguem escapar da captura e no processo acabam matando inúmeros assassinos presentes no cemitério, continuando assim até chegar em uma igreja que acreditavam ser segura. Raul Passos telefona para um contato e garante a Max Payne que ambos poderão ficar em Queens por um tempo até poderem viajar em segurança para o Brasil.

De volta ao enredo principal, Max consegue se livrar do traficante e parte à procura de Serrano, enquanto um conflito armado entre a UFE e os traficantes se inicia. Ele testemunha homens do Crachá Preto e da UFE trocando dinheiro por moradores da favela capturados, além de algumas cenas de tortura protagonizadas pelos policiais contra os favelados. Max finalmente encontra os dois, mas eles estão nas mãos de Milo Rego, o número dois do Crachá Preto. Marcelo é morto no "microondas" (quando a vítima é colocada dentro de uma pilha de pneus até ficar só com a cabeça para fora, e então é queimada viva). Max parte pra cima de Milo, e, após matá-lo, salva Giovanna e foge com ela para a garagem da companhia local de ônibus. Lá, Max descobre que Giovanna está grávida. Após matar vários membros da UFE, Max leva Giovanna a um local seguro onde ela é salva por Raul, que deixa o local sem esperar Max, que, por sua vez, é salvo por Wilson.

Wilson revela que fez uma pesquisa sobre o passado de Raul e descobre que ele esteve seis vezes na folha de pagamento de Victor (e não de Rodrigo, que é o chefe deles), e até recebeu uma passagem para Nova Iorque para que ele contratasse Max. Wilson então questiona Max sobre o que aconteceu no Canal do Panamá. Vem então mais um flashback, no qual Max e Raul estão em uma festa num iate protegendo Marcelo. O iate é então atacado por piratas de uma guerrilha local, mas Max logo percebe que este não é um ataque qualquer, pois os criminosos tentam arrombar um compartimento secreto da embarcação. O que quer que estivesse lá dentro já não se encontra mais no local quando Max chega. Depois de se livrar de todos os inimigos, Max encontra Raul e Marcelo colocando o conteúdo do compartimento na caçamba de uma caminhonete. O protagonista então desconfia que ele foi contratado apenas para servir de bode expiatório para quaisquer que sejam as atividades ilícitas nas quais os Branco estejam envolvidos.

De volta ao enredo principal, Wilson deduz que Raul e Victor armaram uma cilada para Max, para que Victor tivesse acesso à fortuna de Rodrigo e ganhasse mais votos nas eleições por meio da exploração das mortes de seus parentes. Wilson conta a Max que há um hotel abandonado no qual membros do Crachá Preto e da UFE são vistos entrando com prisioneiros que nunca mais saem de lá. Oficialmente, não há nada que Wilson possa fazer mesmo sendo um policial e sabendo do esquema, então Max entra no local sozinho para investigar. Ele descobre que, no local, os prisioneiros eram mortos e tinham seus órgãos roubados e vendidos no mercado negro, e que policiais da UFE ganhavam dinheiro por cada prisioneiro que traziam. Um dos prisioneiros é Serrano. Quando Max o encontra, ele percebe que Serrano já pagou sua dívida com ele, e o deixa sozinho numa sala para que pudesse matar o cirurgião que removia os órgãos dos prisioneiros, vingando-os.

Enquanto isso, Max coloca explosivos nos pilares do prédio para demoli-lo. Enquanto o prédio começa a ruir, Max enfrenta o líder do Crachá Preto, Álvaro Neves, e seus homens. Este consegue dominar Max, mas acaba morto por Raul no último instante. Max descobre que seu ex-companheiro da polícia não sabia dos planos dos Branco. Raul então deixa o Brasil com Giovanna, e Max discute com Wilson os próximos passos contra os policiais corruptos. Max decide invadir uma delegacia, onde ele encontra as imagens do circuito interno de monitoramento da sede da empresa dos Branco, que revelam o assassino de Rodrigo: um membro da UFE. Max vinga a morte de Rodrigo e enfrenta Becker. Victor surge e domina Max. Antes de fugir com Becker, ele explica a Max que ele queria mais dinheiro do irmão para sua campanha política. Ele pediu para que o Crachá Preto interviesse na entrega do dinheiro do resgate no estádio para que o montante fosse investido no esquema da venda de órgãos, cujos lucros financiariam sua campanha.

Victor e Becker fogem para o aeroporto da cidade (o fictício Aeroporto de Piratininga). Após um intenso tiroteio, Max encontra os dois tentando embarcar num jatinho particular. Becker tenta matar Max com um lança-granadas, mas Max atira em uma delas logo após ser lançada, estraçalhando parte do braço de Becker. O jogo chega então à cena que serviu como sua abertura, e Max observa enquanto Becker agoniza, permitindo ao jogador escolher entre executá-lo ou deixá-lo morrer. Max se apodera do lança-granadas, entra no carro de Wilson (que acabara de chegar ao local) e parte no encalço do jatinho de Victor. Com a arma, Max destrói a aeronave, mas Victor sobrevive. Max ameaça matá-lo, mas Wilson pede que ele o deixe vivo para que possa pagar pelos seus crimes. Victor zomba de Max, dizendo que vai apenas levantar e ir embora, e então o protagonista quebra a perna do criminoso, dizendo que ele irá embora mancando.

Uma semana depois, Max está numa praia na Bahia e assiste às notícias internacionais, que informam a desativação temporária do batalhão de Becker na UFE devido ao envolvimento da unidade no tráfico de órgãos. A matéria também mostra que Victor foi encontrado enforcado em sua cela, mas não é claro se ele foi morto ou se suicidou. O jogo termina com Max caminhando pela praia.

Vídeos:
Trailer Oficial de Lançamento Legendado:
Spoiler:

Gameplay:
Spoiler:

Gameplay Multiplayer:
Spoiler:

Imagens:
Spoiler:




Reviews/Notas:

BaixaKi Jogos (9.5 / 10)
Spoiler:
Quando a Rockstar anunciou Max Payne 3 há alguns anos, a expectativa começou a correr solta nos gamers. Um policial assombrado pelo passado, especialista em caçar bandidos, que teve a normalidade de sua vida interrompida pelo brutal assassinato de sua mulher e de sua filha, ganharia uma vida nova depois de tanto tempo?

Sem nada a perder, Max se enveredou pelo submundo, matando sem dó qualquer criminoso que cruzasse seu caminho. Do mesmo jeito, o anti-herói seguia sua vida de bebedeiras, consumindo remédios para dor e outros tipos de droga de forma indiscriminada, aguardando o momento em que a vida seria traída pelo seu próprio corpo.

Depois de tanta espera, Max Payne 3 saiu do forno como um misto de presente e passado, colocando você no meio dos dilemas e angústias da vida de um homem cuja idade já começa a pesar. Por outro lado, o mesmo desprezo pela própria segurança e a mesma habilidade em manusear armas de fogo também voltaram ao mundo dos games.
Aprovado

“São, São Paulo, quanta dor”

A frase acima, escrita pelo cantor e compositor baiano Tom Zé sobre a maior cidade brasileira na música “São, São Paulo”, também poderia se aplicar a este jogo. Max Payne é um imã para confusões que perseguem o protagonista aonde ele for, e dessa vez não é diferente.

Agora em São Paulo, trabalhando como segurança privado de uma rica família paulistana, Payne está sempre com problemas para resolver e com um exército de bandidos no seu encalço. Isso resulta em um ritmo frenético de acontecimentos que mal deixam você parar para respirar.

Talvez apenas o início do jogo (e como início eu me refiro aos vídeos de abertura do título) permita alguns momentos de descanso. Depois de começada a primeira confusão, o game se desenrola com uma série de acontecimentos que prendem você de um jeito bastante irresistível.

A angústia de Payne ao encontrar uma São Paulo particularmente caótica pode ser expressada pelo termo que ele usa para definir a cidade: “Bagdá de fio dental”. Inimigos de todos os lados, muitos deles desconhecidos, inclusive, formam um ambiente hostil de dar inveja aos piores dias de sua vida de policial em Nova York.

Em suma, Max Payne 3 é, basicamente, um jogo de tiro. A brutalidade impera tanto de um lado quanto de outro, e você tem aqui uma experiência de jogo intensa, regada a mortes violentas, sangue espirrando e consumo de álcool e analgésicos a todo instante.

Violência com profundidade


Quando se fala que um jogo é tiroteio do começo ao fim, você pode ficar com receios, pensando que a história e a profundidade do personagem tenham sido deixadas de lado. Pois esse não é o caso deste jogo, que consegue misturar violência crua com reflexões e dilemas variados.

Seja de forma mais discreta, quando no início do jogo a Polícia Militar age rapidamente para salvar o ricaço Rodrigo Branco, patrão de Payne, ou então de forma mais clara, por meio das reflexões do ex-policial sobre os grupos paramilitares de direita que atuam dentro do jogo, este game consegue oferecer bastante aos jogadores também no quesito enredo.

A história, de forma geral, consegue explicar boa parte dos novos dilemas de Payne: ele trabalha como segurança particular da família Branco, liderada por Rodrigo Branco, um insuspeito empresário da construção civil. Sua jovem esposa Fabiana passa o dia com o cunhado, Marcelo, e é em torno deles que a trama se desenvolve.

Payne, ao lado de seu amigo Raul Passos, precisa dar conta da segurança de todos eles, sempre muito visada. Isso, porém, não furta o protagonista de tratar com ironia e acidez o estilo de vida um tanto quanto vazio da família Branco. Enfim, não faltam aqui conflitos internos de um ex-policial que teve sua família assassinada e encontrou refúgio no álcool e nas drogas.

Armas: nada além do essencial

Uma novidade interessante neste jogo em relação a outros action shooters é a forma como o protagonista interage com as armas que encontra pelo caminho. Aqui, ele não carrega um arsenal, mas apenas três delas no máximo: duas pistolas e uma arma de duas mãos (como uma metralhadora ou escopeta).

A alteração dá mais realidade ao jogo, tornando-o mais coerente: quando Max carrega um fuzil e duas pistolas, por exemplo, ele segura uma pistola na mão direta, o fuzil é carregado pela esquerda e a segunda pistola fica guardada; caso você resolva usar os dois revólveres simultaneamente, o fuzil é deixado no chão.

Sem freio na boca

Outro ponto alto do jogo, principalmente para nós brasileiros, é a dublagem. Apesar de alguns problemas, principalmente quando o interlocutor é um aliado de Max Payne, com a fala artificial demais, no geral este quesito foi bem tratado, dando um toque especial ao game.

Nesse sentido, o grande destaque fica pela enorme quantidade de palavrões proferida por todo mundo. Palavras que não podem ser reproduzidas aqui são escutadas a todo instante, criando um ambiente ainda mais intenso de conflito em cada combate. Se você tem problemas com “palavras feias”, Max Payne 3 não é para você.

Bom e velho “tempo de bala”

Tudo fica em câmera lenta projéteis são disparados da arma, atingindo vários inimigos antes que você seja atingido. Se você já viu “Matrix” ou então jogou algum dos títulos anteriores da série Max Payne, você sabe que estamos falando do “bullet time”. Este é outro grande recurso, um dos que consagraram a franquia, também está de volta, com todas as possibilidades de sempre.

Multiplayer


Os games online e com vários jogadores são shows a parte, pois conseguem reproduzir todo o ritmo frenético que se encontra no modo single player. Vários modos de jogo, um sistema que libera novas opções conforme você vai alcançando determinadas conquistas e diversas formas de personalização são alguns dos temperos para quem quer se divertir enfrentando outros gamers.

Reprovado

Que sotaque é esse?

Que a cidade de São Paulo é formada por gente de várias partes do Brasil e do mundo, todo mundo sabe. Contudo, a ausência do típico sotaque paulistano na dublagem feita para Max Payne 3 pode desagradar um pouco nesse aspecto.

É claro que a mistura das falas de nordestinos, italianos e diversos outros imigrantes recria “dialetos” o tempo todo, mas, salvo alguns termos utilizados na dublagem, seria difícil compreender que o game se passa na capital paulista apenas pela fala dos personagens.

Cabelos: sempre um problema

A parte gráfica do jogo está muito bem feita e praticamente não há do que reclamar. A ambientação dos locais, a variedade de cenários e os pequenos detalhes gráficos, como a ausência de personagens atravessando paredes, são pontos altos do visual do game, no geral muito bonito.

Entretanto, quando o detalhe analisado é o cabelo dos personagens, seja durante o jogo ou durante a exibição de vídeos, nota-se uma física problemática e sem movimentação. Sinceramente, este é um detalhe insignificante e que não vai fazer a menor diferença na sua experiência de jogo, servindo apenas para provar que nem tudo é perfeito por aqui.
Vale a pena?

Se você quer passar horas em frente ao console, enfrentar exércitos de bandidos e comandar um personagem intrigante e sem nenhum compromisso com nada, além de sua própria consciência, mas em busca de redenção, então, seja bem-vindo a Max Payne 3.

Entretanto, não adentre o mundo de Payne esperando encontrar aqui uma experiência de jogo estilo GTA, que permite a você percorrer um mundo aberto, vasculhar vários locais e jogar simplesmente por jogar. Aqui, o protagonista tem sempre objetivos claros e também muita pressa para resolver os seus problemas.

Enfim, mais uma vez a Rockstar mostra um desempenho quase perfeito para criar um game entusiasmante, com alto poder de diversão e capaz de fazer você querer jogá-lo do início ao fim, sem interrupção.

EuroGamer (7.0/10)
Spoiler:
Ao meu primeiro contacto com Max Payne 3 não consegui deixar de perguntar, será que há necessidade de outro shooter no mercado dos videojogos? Pondo de parte a óbvia nostalgia dos jogos anteriores, que já são considerados clássicos, Max Payne 3 não traz nada de novo ao género. É um shooter entre muitos outros shooters que já estão estabelecidos nesta geração de consolas. A única diferença entre eles e Max Payne 3 é que este último adiciona elevadas doses de slow-motion tornando tudo mais estiloso.

Olho para Max Payne 3 como um último "Hurrah!" desta personagem badass que esteve ausente durante muito tempo. É uma forma de dar um final feliz à atormentada vida de Max, que está em agonia desde a morte da sua mulher e filha. Para isso é imprescindível um novo começo.

Max Payne 3 é um capítulo completamente novo na vida de Max. Longe ficaram as ruas escuras e sombrias de New Jersey para dar lugar ao clima tropical do Brasil, mas os problemas do passado não desaparecem simplesmente ao mudar de paisagem. Max continua um caos, sempre a beber, sempre ressacado e sempre com a cabeça num lugar completamente diferente. O estilo de vida ao longo dos últimos anos deixou Max velho e cansado.

Após um hiato de quase 8 anos, Max regressa para mais uma aventura repleta de ação.

Nem tudo é mau. Como um bom whiskey, Max melhora com a idade. Embora não se possa gabar do físico e agilidade de um jovem, é um osso duro de roer que caminha com a dor de mãos dadas. E a idade também lhe trouxe sabedoria e experiência. Foram estas suas qualidades que levaram um velho amigo de Max a convidá-lo para trabalhar como segurança privado para a família Branco, uma das mais ricas e poderosas de São Paulo.

É um trabalho que supostamente deveria pagar bem e ser fácil, mas acaba por abrir mais um capítulo negro na vida de Max. O conflito começa numa festa de cocktails num dos arranha-céus de São Paulo, em que um gangue das favelas rapta a mulher de Rodrigo Branco, o chefe da família. Ainda marcado pela morte da sua mulher e filha, Max promete fazer todos os possíveis para a resgatar.

O rapto acaba por ser apenas a ponta do iceberg, dando lugar a um enredo enorme que se estende em 16 capítulos longos. É bem claro que a Rockstar não teve pressa em por um final no modo estória, mas para o género em que Max Payne 3 está inserido, prolonga-se demasiado. Nem sempre a longevidade é algo positivo. No caso de Max Payne 3, a longevidade acaba por torná-lo repetitivo devido à falta de variedade na jogabilidade.

A forma como a Rockstar decidiu contar a estória também não ajuda, recorrendo sempre a cinemáticas que interrompem a gameplay para contar os pontos chave do enredo. Alternar entre cinemática e um segmento de gameplay é uma fórmula simples para desenvolver a estória e que resulta, mas que torna tudo menos interessante, principalmente quando os seus 16 capítulos não são mais do que tiroteio atrás de tiroteio com a voz de Max a narrar por o que lhe vai na cabeça. E apesar dos seus truques serem inicialmente espetaculares, disparar no ar em câmera lenta ou apenas disparar em câmera lenta perde esse efeito pelo uso excessivo que o jogo nos obriga a dar-lhe, insistindo capítulo após capítulo em colocar-nos numa pequena área contra meia dúzia de inimigos, tornando a falta de criatividade evidente.

Mas já os anteriores Max Payne não era mais que uma troca de chuva de balas entre Max Payne e os seus inimigos, a questão é que estamos em 2012, e não em 2001. Enquanto que permanecer verdadeiro às suas origens joga a favor de alguns jogos, para outros há uma necessidade absoluta de evoluir. Max Payne 3 sofre por ser demasiado igual aos anteriores, a única diferença é que tem um motor de jogo muito melhor com animações de luxo.

Sendo o shooter mais shooter que podem encontrar, a Rockstar não poupou a quantidade de armas incluídas em Max Payne 3. Existem armas de todos os géneros e variedade, mas nada dá tanto gozo como o Dual wielding, que eclipsa tudo o resto e combina perfeitamente com Max. Seja qual for a arma que escolherem, Max Payne 3 apresenta-se como um jogo de violência brutal em que é possível ver os buracos das balas nos corpos dos inimigos, e ainda em câmera lenta quando já só sobrar um de pé.

Max pode ser muito bem comparado ao Rambo ou Bruce Willis na série de filmes Die Hard. É capaz de sobreviver às agressões mais brutais e levantar-se no minuto a seguir pronto para mais. Os seus analgésicos desempenham aqui um papel fundamental. É difícil sobreviver ao fogo cerrado sem recorrer pelo menos a um analgésico. Lidar com a IA dos inimigos também acrescenta mais dificuldade, que se esconde de imediato atrás de proteções e apenas levanta a cabeça por breves segundos.

A narrativa é um dos pontos mais invulgares, combinando uma perspetiva entre a primeira e terceira pessoa. À medida que o jogo decorre, Max narra o que lhe vai no pensamento. A relação entre o jogador e a personagem é assim mais profunda. Max não é apenas a personagem que controlamos, é uma espécie de companheiro enquanto estamos a jogar que se desenvolve no processo. Max começa como um viciado em compridos e alcool e transforma-se lentamente em alguém com um propósito e que busca a justiça acima de tudo o resto. É como se recuperasse parte da sua identidade perdida.

A Rockstar é conhecida por levar o tempo que achar necessário no desenvolvimento, e os resultados costumam valer a pena o tempo dedicado, mas com Max Payne 3 isso é questionável em alguns aspetos, noutros, é inegável que o jogo brilha e exibe o selo de qualidade Rockstar, e nota-se que fez os trabalhos de casa na recriação de São Paulo. A atmosfera é envolvente, contagiante e fiel, tornando de imediato o ambiente em que o jogo se insere memorável.

O Brasil de Max Payne 3 é tudo o que se podia exigir e mais alguma coisa. O mais impressionante é que não houve medo em recorrer ao português para tornar tudo muito mais credível, que apesar de ser a quinta língua mais falada no mundo, não é das mais populares nos maiores mercados dos videojogos.

A complementar o modo estória estão os modos multijogador online que se apresentam nos habituais Deathmatch e Team Deathmatch, sendo possível desbloquear as versões "hardcore" desses modos depois de somar um determinado número de mortes. O modo Gang Wars é inédito, contando uma estória à medida que se desenrola. A estória é narrada por Max e é algo bastante básico, mas abre as possibilidades para o futuro para modos multijogador que contem estórias mais desenvolvidas.

"A atmosfera é envolvente, contagiante e fiel, tornando de imediato o ambiente em que o jogo se insere memorável. O Brasil de Max Payne 3 é tudo o que se podia exigir e mais alguma coisa"

O que torna o multijogador de Max Payne 3 em algo ligeiramente diferente do habitual, é que a Rockstar decidiu transportar a câmera lenta do modo estória para aqui. Para que funcione, quando um jogador ativa a câmera lenta, o jogo abranda para todos os outros jogadores. Pode parecer incomodativo, mas até que não é, pelo menos quando não é usado várias vezes seguidas por jogadores diferentes.

Para manter o jogador agarrado durante muito tempo, existe muito para desbloquear com a subida de nível, como armas mais mortiferas, acessórios para o avatar e power-ups. O nível das armas também pode evoluir, para isso basta que utilizem a mesma arma frequentemente.

No que toca a longevidade para além do modo estória, Max Payne 3 está bem servido. Para além de um multijogador bastante competente, divertido e sem problemas de matchmaking ou latência, há ainda o modo Arcade que acaba por se revelar um autêntico vício. Neste modo poderão desfrutar dos níveis do modo estória sem as cinemáticas e a competir nas leaderboards pela melhor pontuação, e no sub-modo "New York Minute", têm apenas um minuto para terminar um nível, mas podem aumentar o prazo ao alvejar na cabeça os inimigos.

No final de contas, Max Payne 3 é para o bem e para o mal, fiel aos jogos anteriores desenvolvidos pela Remedy. Nas mãos da Rockstar adquiriu um sabor mais tropical ao ter o Brasil como pano de fundo, o que lhe garante de certa forma alguma frescura. Com a cara já cheia de rugas e a idade a pesar, é difícil sequer pensar que Max esteja pronto para mais ação. Desta forma, Max Payne 3 é uma uma excelente despedida, mas acaba por não ser tão relevante como em outrora, sem ter nada para ensinar aos "novos" shooters.


Última edição por Ryan - exceL em Ter 29 Jan 2013, 00:45, editado 1 vez(es)

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Re: [Oficial] Trilogia Max Payne

Mensagem por Ryan - exceL em Ter 29 Jan 2013, 00:21

Especial : Personagens

Max Payne - é um policial. Em Max Payne, na sequência do assassinato de sua esposa e filho pela droga chamada valquíria, Max transferiu-se para o DEA e vai infiltrado na máfia pessoa baixa e gorda família a fim de controlar o tráfico de valquíria. Após o Max está emoldurada pelo homicídio do Alex Balder, um colega DEA agente, o NYPD questões para um APB Max e fortemente prossegue ele, forçando-o a tornar-se um fugitivo, enquanto em busca da verdade por trás valquíria e do assassinato de sua família. Em Max Payne 2, dois anos após o conjunto jogo original, Max é um detetive NYPD investigar uma série de assassínios por contrato assassinos denominada Limpadores quando ele encontra Mona Sax, um assassino contratado. Max fica romanticamente envolvida com ela como eles descobrem uma conspiração. No filme ele foi interpretado por Mark Wahlberg.

Mona Sax - é uma assassina contratada. Em Max Payne, Max ela primeiro encontro depois que ele mata Jack Lupino. Ela atacadores sua bebida com um sedativo e deixa-lo à força para a Máfia interrogá-lo. Reúnem-se novamente mais tarde, enquanto ela procura para vingar o assassinato da irmã dela. No entanto, ela é baleado e morto assumida. Em Max Payne 2, Max encontra seu contrato enquanto investigando assassinatos. Eles se tornam romanticamente envolvida enquanto investigando uma conspiração. Ela foi interpretada por Mila Kunis no filme Max Payne.

Jim Bravura - é um veterano da NYPD. Em Max Payne, ele é o vice-chefe da polícia, e juntamente com o NYPD fortemente prosseguir Max depois que ele se acredita ter assassinado um agente DEA e tornar-se um fugitivo. Em Max Payne 2, Jim foi auto-rebaixado e serve como Max's superior em sua delegacia. Depois de um ataque é feito em sua estação, Jim está ferido de um tiro ferida. Próximo ao fim do jogo, Max pode ver uma reportagem que diz Bravura sobreviveu e está em condição estável. No filme ele foi interpretado por Ludacris.

Vladimir Lem - é um suave, antiquado gângster russo. Em Max Payne está em guerra com a Máfia, e em menor numero, ainda assim consegue voltar a greve Jack Lupino. Ele forja um acordo com Payne, para ganhar a posse de um cargueiro cheio de armamento militar grade que havia sido apreendida por Max's adversário, Don Punchinelo. Em Max Payne 2 ele demonstrou ser tentar ir legit, abrindo um novo restaurante chamado moderno Vodka.

Vinnie Gognitti - é um mafioso no Punchinelo família. Em Max Payne está na Máfia do Capitão Jack Lupino tenente, ele é retratado como covarde, mas inteligente, com um pendor para abusar de parceiros sexuais que incluem as meninas menores de chamada. Max feridas dele e ele persegue há vários quarteirões para aprender o paradeiro de Jack Lupino. Em Max Payne 2 ele ascendeu à categoria de capo, presumivelmente devido ao elevado número de perdas na família. Ele é menos ameaçador desta vez ao redor, e está novamente em guerra com a máfia russa.

Alfred Woden - em Max Payne ele é apresentado como um membro do alto escalão do circulo, e concorda em ver que Payne evitar acusação de seus crimes que ele deveria neutralizar um inimigo comum. Em Max Payne 2 ele retorna, agora atingidas com câncer e confinado a uma cadeira de rodas, e está envolvido na conspiração em torno do qual o jogo centros.

Jack Lupino - Como um bandido de rua comum, Jack Lupino foi o melhor em geral um homem da máfia. Dê-lhe um pouco de poder e, bem, ele tenta o fim do mundo. Cérebro embebido com a droga V & embriagado com o poder, Lupino se vê como o lobo Fenris, o prenúncio do fim do mundo na mitologia nórdica. A "carne dos anjos caídos" ou suas vítimas no The Game mob, dá-lhe o sangue sacrifícios necessários para convocar os deuses do caos e da destruição. Felizmente, ele não é realmente uma divindade de caos; Max comprova que ele é muito mortal, de fato. Não é um personagem complicado, mas ele é importante porque ele representa o elo de The Game entre a criminalidade de rua e do mal. Ele também é a porta de Mona Sax, um jogador muito importante, pois o progresso jogos de primeira e segunda.

Raul Passos - Raul Passos é um detetive da polícia de Nova York, que passou a trabalhar com segurança privada em São Paulo. Raul é um velho amigo de Max Payne, e recruta-o para trabalhar em um setor de segurança privada em São Paulo.

Victor Branco - Victor Branco é irmão de Rodrigo, sendo o filho do meio. No jogo é um deputado federal que concorre a prefeitura da cidade de São Paulo, sendo de um partido de direita.

Fabiana Branco - Fabiana "Faba" Branco é a esposa de Rodrigo Branco, um empresario imobiliário, que vive em São Paulo. Ela é famosa em São Paulo, sendo muitas vezes vista em aberturas de galerias, desfiles de moda e estréias de filmes.

Rodrigo Branco - Rodrigo Branco é um homem de negócios e magnata imobiliário brasileiro. É o chefe de Max e Raul Passos em São Paulo.

Serrano - É o antagonista do jogo, seu nome verdadeiro é desconhecido. "Serrano" ganhou o apelido porque ele passou a maior parte de sua infância na Serra da Mantiqueira. Seus pais eram imigrantes africanos que morreram quando ele tinha 8 para 9 anos de idade. Com a idade de 12 anos, ele já cometeu seu primeiro assassinato.

Álvaro Neves - Álvaro Neves é um criminoso brasileiro, o fundador e líder do Crachá Preto. Foi capitão em Unidade de Forças Especiais, de 2001 até 2005.

Especial : Armas


Armas Brancas:

Taco de beisebol
Na verdade não é bem uma arma, mas é bem usado em Max Payne.

Porrete
É uma arma normalmente utilizado para fins de necessária força física ou em batalhas de estilo corpo-a-corpo, em especial pelas forças policiais.




Pistolas:


Desert Eagle
É a pistola mais forte do jogo: dois tiros certeiros são o suficiente para derrubar boa parte dos inimigos (tiro na cabeça, pescoço seguido de tiro na cabeça ou entre o ombro e o pescoço são lugares que matam com um único tiro). Ela é bem usada em Max Payne., e sua carga máxima é de 48 balas divididas em 4 cartuchos


Beretta
Esta é uma arma semi-automática, com trancamento através de um bloco oscilante em vertical e com desbloqueio mediante o recuo do cano. Esta arma apresenta a vantagem na redução de velocidade de retrocesso da massa recuante, com isso diminui o solavanco da arma durante o disparo. Sua carga máxima é de 81 balas, mas chega a 162 quando se usa a beretta dupla.

Escopetas:


Escopeta de pressão
É uma escopeta convencional requer recarregamento manual a cada tiro. Em curtas distâncias é extremamente letal, no entanto não permite operacionalidade de resposta de fogo quando se depara com dois a quatro adversários simultaneamente. Sua carga máxima é de 80 tiros, necessitando ser recarregada a cada 7 disparos.

Jackhammer
É a segunda arma mais forte do jogo. É como se fosse uma escopeta misturada com uma metralhadora. Essa arma é boa e rápida, mas raramente usada no jogo. Sua carga máxima é de 145 tiros, mas como faz vários disparos em sequência, precisa ser recarregada com bastante frequência.

Cano serrado
É uma arma de fogo de cano curto, semelhante a uma pistola ou revólver, sua principal característica é que possui apenas 1 tiro por cano, semelhante as espingardas de caça. Como a escopeta de pressão, tem carga máxima de 80 tiros e usa o mesmo tipo de munição, precisando de recarga a carga 2 disparos.

Metralhadoras:

Colt Commando
É a melhor arma do jogo, pois ela causa grande dano e possui coice fraco. É uma arma altamente dinâmica, servindo para curta, média e longa distância. Ela, além de útil por não revelar sua posição, também acrescenta precisão pela redução do coice. É o melhor armamento, e sua carga máxima é de 150 balas divididas em 5 cartuchos.


Ingram
É uma arma portátil e boa. Além disso, tem um alto coice e pouco poder. Costuma ser designada como a "Uzi Estadunidense" devido à sua semelhança com a israelita Uzi. Tem carga máxima de 150 balas, mas como a Beretta, pode ser usada de forma dupla, aumentando a carga para 300 disparos.

Bombas:



Granada
É uma arma com uma câmara interna que leva uma carga de arrebentamento, o qual em geral se lança a pequena distância com a mão.

Coquetel molotov
A sua composição mais frequente inclui um líquido inflamável, geralmente petróleo ou gasolina e eventualmente um agente que melhora a aderência do combustível ao alvo, misturados no interior de uma garrafa de vidro, servindo um pano embebido na mistura de pavio.

Rifles:

Rifle de Precisão
Seu alto poder de dano lhe confere o título de terceira arma mais forte do jogo. Mata com um tiro, mas pode raramente
falhar. Por exemplo, quando se acerta pernas e braços, necessitando assim de mais de um tiro. Sua carga máxima é de 20 balas, divididas em 4 cartuchos.

Especial : Filme

Max Payne é um filme norte-americano de 2008 baseado no jogo de homônimo lançado em 2001. O filme foi dirigido por John Moore baseado no roteiro de Beau Thorne e nos personagens criados por Sam Lake para o jogo. Trará de volta o detetive Max Payne que é interpretado por Mark Wahlberg.

Sinopse:
O policial Max Payne (Mark Wahlberg) tinha uma vida feliz até que sua mulher e seu filho foram assassinados por três homens que invadiram sua casa. O crime muda completamente as atitudes do oficial, que se torna alguém obcecado em encontrar o único assassino que conseguiu sair vivo do local. Trabalhando na divisão de casos não solucionados, ele passa seus horários de folga seguindo seu cargo, com ainda mais afinco, mas apenas no caso de seus familiares.

Quando conhece a bela Natasha (Olga Kurylenko), Max acredita que está próximo de encontrar pistas sobre o culpado, mas a russa é brutalmente morta logo após o encontro. Seu ex-parceiro, Alex, descobre uma pista que pode ajudá-lo, mas também é assassinado e Payne passa a ser investigado pelos dois crimes. Sem o apoio da corporação, o policial imagina que as mortes estão relacionadas à de sua esposa, mas a única pista que tem é uma tatuagem. Porém, ele contará com a ajuda da assassina Mona (Mila Kunis), irmã de Natasha.

Durante as investigações, Max Payne e Mona percebem que há algo de sobrenatural no caso. Anjos das sombras estão sempre rondando quase todos os envolvidos e, muitas vezes, causando suas mortes. Tudo indica que eles sejam controlados por um violento homem, Lupino. Quanto mais a dupla investiga, mais percebe que há muito por trás deste caso. Decididos a solucionar os crimes, eles entrarão cada vez mais em um universo violento cercado por drogas e seres sobrenaturais.

Elenco:

  • Mark Wahlberg como Max Payne, detetive protagonista
  • Beau Bridges como B.B. Hensley, mentor de Max Payne
  • Mila Kunis como Mona Sax, assassina em busca de vingança pela morte da irmã Natasha
  • Olga Kurylenko como Natasha Sax, irmã da Mona
  • Ludacris como Jim Bravura, investigador
  • Amaury Nolasco como Jack Lupino, psicótico envolvido em drogas
  • Chris O'Donnell como Jason Colvin, um executivo
  • Nelly Furtado como Christa Balder, a esposa de Alex Balder


Especial : Edição de Colecionador


A produtora Rockstar divulgou o conteúdo da edição especial do game de tiro "Max Payne 3":

Além do game, o pacote terá uma estátua do herói de 10 polegadas, um livro com artes usadas pela produção do título, um chaveiro no formato de bala de revólver, a trilha sonora original, personagens clássicos e um pacote de armas para o modo on-line do game.

O pacote foi vendido por US$ 100 até o dia 15 de janeiro de 2012. Para PlayStation 3, Xbox 360 e PC


Última edição por Ryan - exceL em Qui 07 Fev 2013, 14:52, editado 2 vez(es)

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Re: [Oficial] Trilogia Max Payne

Mensagem por UchihaZoro em Ter 29 Jan 2013, 09:05

Conheci a franquia a partir do ultimo, Max Payne 3. E quem costuma conversar comigo, sabe o quanto eu amei esse jogo. Tanto que estou disposto a comprar os anteriores para entender melhor a história... Razz

Incrível que ambos os primeiros foram lançados para o PS2, e eu não conhecia eles... Eu costumava ler diversas revistas, ver alguns sites e não me lembro de ver nada relacionado a Max Payne 1/2... Laughing

A propósito, tópico incrível Excel! Ainda não o li por completo, estarei fazendo isto agora. Parabéns, esta cada vez melhor!

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Re: [Oficial] Trilogia Max Payne

Mensagem por Monagma em Ter 29 Jan 2013, 09:58

Muito bom o tópico, bem organizado.

Bem, eu nunca joguei nenhum jogo da série, do 1 e 2 eu mal ouvia falar, até que surgiu o 3. Parece até ser legal, mas não me interessei.



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Re: [Oficial] Trilogia Max Payne

Mensagem por Ryan - exceL em Ter 29 Jan 2013, 11:00

UchihaZoro escreveu:Conheci a franquia a partir do ultimo, Max Payne 3. E quem costuma conversar comigo, sabe o quanto eu amei esse jogo. Tanto que estou disposto a comprar os anteriores para entender melhor a história... Razz

Incrível que ambos os primeiros foram lançados para o PS2, e eu não conhecia eles... Eu costumava ler diversas revistas, ver alguns sites e não me lembro de ver nada relacionado a Max Payne 1/2... Laughing

A propósito, tópico incrível Excel! Ainda não o li por completo, estarei fazendo isto agora. Parabéns, esta cada vez melhor!

Max Payne 3 foi um ótimo jogo cara, mas nao chegou nem perto de ser max payne 1, quando voce jogar vai entender bem do que to falando, na minha opinião é o melhor da trilogia.

E os 2 sairam pra PS2, mas sairam meio apagados porque era muito raro encontrar ele pirateado, pelo menos pra mim Laughing

Obrigado *--*, Ainda tem partes para a seção "especial" que ainda nao adicionei, mas hoje eu termino - eu acho.

Monagma escreveu:Muito bom o tópico, bem organizado.

Bem, eu nunca joguei nenhum jogo da série, do 1 e 2 eu mal ouvia falar, até que surgiu o 3. Parece até ser legal, mas não me interessei.

Obrigado Monagma *-* Cara só te digo pra jogar o 1 e o 3, sao os melhores, mas principalmente o 1, ele é dublado, mas naquele portugues tipo de índio... mas tah valendo, é um ótimo jogo ainda mais por abusar da história, pra mim foi o enredo com mais potencial de todos os games que já joguei, se voce nao quer gastar dinheiro achando que nao valha a pena, baixe o pirata mesmo cara, jogue um pouco pra ver se consegue gostar xD

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Re: [Oficial] Trilogia Max Payne

Mensagem por Ryan - exceL em Ter 05 Fev 2013, 22:51

up e Atualizado !

Seção "Especial : Filme", Adicionada !

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Re: [Oficial] Trilogia Max Payne

Mensagem por Wolfman em Ter 05 Fev 2013, 23:11

Ryan - exceL escreveu:
Max Payne 3 foi um ótimo jogo cara, mas nao chegou nem perto de ser max payne 1, quando voce jogar vai entender bem do que to falando, na minha opinião é o melhor da trilogia.

Concordo 100%. Pra mim o 1 e o 2 são melhores que o 3, que por si não é um jogo ruim, só que eu esperava muito mais.

Muito bem feito o tópico. A série merecia um desses.

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Re: [Oficial] Trilogia Max Payne

Mensagem por Ryan - exceL em Qua 06 Fev 2013, 02:28

Wolfman escreveu:
Ryan - exceL escreveu:
Max Payne 3 foi um ótimo jogo cara, mas nao chegou nem perto de ser max payne 1, quando voce jogar vai entender bem do que to falando, na minha opinião é o melhor da trilogia.

Concordo 100%. Pra mim o 1 e o 2 são melhores que o 3, que por si não é um jogo ruim, só que eu esperava muito mais.

Muito bem feito o tópico. A série merecia um desses.

O 3 é um ótimo game, o enredo dele e genial, só que ele nao deixou todo aquele drama que ficou no 1 e 2, quando voce ve a primeira cut scene do jogo voce fica com raiva, voce leva o sentimento do personagem pra você, e acho que era isso que muito esperavam do 3, que por sinal nao atingiu todo aquele drama mas tambem tem uma grande parte dele, principalmente em questao dos analgésicos.

E Obrigado, dei duro nesse tópico pelos codigos HTML, e fiz sobre a serie, justamente por ser o jogo que mais me trouxe emoçao durante o jogo.

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Re: [Oficial] Trilogia Max Payne

Mensagem por fbanin em Qua 06 Fev 2013, 12:21

Acho que a Rockstar pordeia lançar os dois primeiros para o PS3... na PSN mesmo, em HD... seria bem legal jogar novamente o primeiro (joguei no PC e terminei ele)... e finalmente eu poderia jogar o segundo, até tinha ele, mas o PC não aguentava e acabei perdendo o jogo em algum lugar.

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Re: [Oficial] Trilogia Max Payne

Mensagem por Ryan - exceL em Qua 06 Fev 2013, 14:05

fbanin escreveu:Acho que a Rockstar pordeia lançar os dois primeiros para o PS3... na PSN mesmo, em HD... seria bem legal jogar novamente o primeiro (joguei no PC e terminei ele)... e finalmente eu poderia jogar o segundo, até tinha ele, mas o PC não aguentava e acabei perdendo o jogo em algum lugar.

Realmente é uma boa idéia, só que isso nao deve acontecer - euacho - porque max payne nem eh a franquia principal da rockstar, e somente agora saiu o GTA SA pro ps3 na psn, e olhe que ele sempre foi um classico, deveria tar la a muuuito tempo, entao imagine uma franquia que nao tem tanta fama quanto GTA .-. Mas vai que um dia... Neh

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Re: [Oficial] Trilogia Max Payne

Mensagem por Wolfman em Qua 06 Fev 2013, 16:06

Max Payne 1 até está na PSN americana. Só não é uma versão em HD. Eu acho que não pegaria na real, sempre joguei Max Payne no PC e lá funciona melhor na minha opinião.

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Re: [Oficial] Trilogia Max Payne

Mensagem por Ryan - exceL em Qui 07 Fev 2013, 14:56

Wolfman escreveu:Max Payne 1 até está na PSN americana. Só não é uma versão em HD. Eu acho que não pegaria na real, sempre joguei Max Payne no PC e lá funciona melhor na minha opinião.

Sério que tem na PSN ? Mad eu procurei a algum tempo e nao achei .-. Vou ver agora Rolling Eyes

Max Payne é bom no PC por ser um shotter, e só por isso -naminhaopniaologico- mas mesmo assim, joga-lo no PS1 no tempo foi incrível, voce tinha uma dificuldade maior, oque fazia voce se intereçar mais pelo game Laughing Enfim, o tópico foi atualizado e terminado (finalmente) A ediçao de colecionador do 3 foi adiciona com fontes da G1 (esqueci de por). Espero que gostem do tópico >.< Obrigado

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Re: [Oficial] Trilogia Max Payne

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