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Vita: “Ser ou não ser um portátil, eis a questão”

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Vita: “Ser ou não ser um portátil, eis a questão”

Mensagem por Robert Prado em Ter 13 Ago 2013, 00:46


O Vita é um console polêmico e que divide opiniões. Uma das principais reclamações de seus donos e também dos “futuros compradores em potencial” é que ele não tem uma boa biblioteca de jogos.

Tenho um Vita a pouco mais de um ano e já joguei bastante coisa nele. De Uncharted a Limbo, passando por Gravity Rush, Zen Pinball, Sly Cooper, Sound Shapes, Hotline: Miami, Rayman e por aí a fora. Hoje, digo com conhecimento de causa, que o motivo exposto no parágrafo acima é uma falácia.

Mas antes de tocarmos no assunto, vamos tentar entender o porque.

Jogos AAA

Vocês sabem o que é um jogo AAA, certo? Quem respondeu “jogo nota 10”, “jogo foda”, “GOTY” ou coisas do gênero, passou longe. O termo AAA está muito mais para quantidade do que para qualidade – embora muitos deles sejam ótimos jogos. Mas quantidade de que? De tudo: capital investido, recursos alocados, nomes que aparecem nos créditos finais, espaço que ocupa no seu HDD, etc. São os jogos huge.

Em jogos dessa categoria você pode encontrar CGs absurdamente belas (Final Fantasy XIII),  apreciar uma trilha sonora composta por Hans Zimmer (Modern Warfare 2), babar com texturas impressionantes (RAGE) e até mesmo, jogar com Ellen Page e Willem Dafoe (Beyond: Two Souls).

E o que é preciso para aproveitar um jogo AAA em toda a sua glória?

Imersão, essa é a chave

Você pode jogar God of War III na sua TV de tubo numa boa, ninguém te impede disso, mas ao jogar esse mesmo jogo em uma plasma de 50″ com um home theater 7.1 ele deixa de ser God of War III e se transforma “no” God of War III.

Os jogos de PS3 e 360 foram (e ainda são) concebidos para serem aproveitados em alta definição de som e imagem. Ninguém é obrigado a ter recur$o$ para montar um HT em casa só para jogar videogame, mas os que conseguem tal façanha não voltam mais atrás. É uma via de mão única! Eu jogo em uma 32″ com o PS Wireless Stereo Headset – nada de mais se comparado – e quando preciso mover meu PS3 para a 26″ do quarto, e/ou quando acaba a bateria do headset é um deus nos acuda. Metade da experiência vai embora. A diferença do som da TV para o headset oficial da Sony é tão grande, que até na Netflix aposentei o som da TV. Depois que você prova um bife de chorizo padrão Marcos Bassi, vai fazer cara feia sempre que mastigar um patinho à milanesa. Repetindo: é uma via de mão única e sem volta.
E exatamente aqui está o problema do Vita (não me refiro ao patinho e nem ao chorizo), na imersão, aliás, na falta dela.

Vita não é o PS3

O Vita é um excelente portátil, com um hardware incrível e é possível se divertir muito com ele, mas não dá para ter uma experiência similar a Uncharted 2 jogando Golden Abyys, por exemplo.
Quem não se lembra desses momentos?

  • a luta de Kratos contra Poseidon – God of War III;
  • ver um Big Daddy em ação pela primeira vez – Bioshock;
  • o primeiro olhar na Wasteland, assim que você escapa da Vault 101 – Fallout 3;
  • a emboscada contra John Marston – Red Dead Redemption;
  • matar um dragão pela primeira vez – Skyrim;
  • a cutscene de apresentação do Tower Knight – Demon’s Souls.


Por mais que os devs se esforçassem, os singelos momentos acima (e muitos outros que não deu pra listar) não funcionariam no Vita com o mesmo impacto que funcionaram no PS3 pelo abismo audio/visual que existe entre um console de mesa e um portátil.

Não é que o Vita não possa ter suas próprias versões de Uncharted, God of War ou Killzone, ele tanto pode, como deve; o que não pode é alguém querer passar a imagem de que o Vita precisa desses jogos para sobreviver. Ele não precisa nem um pouco e acredito que tanto a Sony como suas third parties já se tocaram disso.



O Vita tem muito jogo de primeira linha e grande parte deles são distribuídos apenas em formato digital. Se você ainda não comprou seu Vita porque acha que ele não tem bons jogos, ou está muito mal informado, ou então se encontra preso no dilema que dá título a esse texto. Vou listar dez jogos excelentes que existem para PS3 e Vita e que funcionam muito melhor na versão portátil:

  • Hotline: Miami
  • Limbo
  • Machinarium
  • The Pinball Arcade
  • Rayman Origins
  • Retro City Rampage
  • Sine Mora
  • Sly Cooper: Thieves in Time
  • Terraria
  • Zen Pinball 2


Esses eu joguei, mas ainda existem outros super elogiados que ainda não tive o privilégio, tais como: Dragon’s Crow, Guacamelee!, Sonic & All-Star Racing, Oddworld: Stranger’s Wrath HD… Também poderia citar ótimos exclusivos: Gravity Rush, Persona 4 Golden, Zero Escape 2, LBP, Velocity Ultra, Soul Sacrifice.

O Vita tem muito jogo bom, acredite.

O futuro está nos indie games, ou não…

A grande vantagem do Vita comparado ao 3DS, seu principal (e teoricamente, único) adversário, é a facilidade em jogar todos esses indie games que se estabeleceram definitivamente na PSN. Reparou que dos dez jogos citados na lista mais acima, sete se encaixam nesse perfil? O mercado de indie games hoje é tão forte que a Sony colocou um dos nomes mais renomados desse movimento na apresentação oficial do PS4 e na E3 multiplicou a dose por oito, com oito apresentações simultâneas.

E como a mesma Sony não cansa de repetir que o Vita será o parceiro ideal do PS4, basta a gente somar 2 + 2 pra entender onde ela quer chegar com seu portátil. Ela não está falando apenas do Remote Play, acreditem.

As franquias de sucesso precisam ser repensadas antes de serem portadas para o Vita. Não adianta você replicar a mesma fórmula vencedora de Uncharted do PS3 que ela não vai funcionar no Vita. Por isso Golden Abyss é um jogo meia-boca. Tudo bem que ele veio naquela pressão de carro abre alas junto com o Vita, além de não ter o dedo da Naughty Dog, mas mesmo assim é um jogo que não convence. Parece Uncharted, mas não é, igual o comercial daquele famoso anti-caspa.



Agora vejam a proposta de Batman: Arkham Origins Blackgate que sai pra Vita e 3DS. Em vez da Warner tentar adaptar o mesmo jogo para os portáteis, ela pegou o mesmo universo e jogou em uma plataforma 2,5D (jogabilidade 2D com background e transições em 3D). O resultado no gameplay da E3 é fantástico. E o mais legal é ver que ao optarem por trazer o Batman para um modelo plataforma, os devs conseguiram manter uma ótima qualidade gráfica, deixando o visual do jogo bem parecido com os consoles.

Isso não quer dizer que as publishers precisam recriar todas as nossas franquias favoritas como jogos de plataforma 2D, mas é evidente que elas precisam encontrar outro caminho. porque o que deu certo no console, pode não dar certo no portátil. O portátil exige uma dinâmica nos jogos diferente de um console. Quando você senta a bunda no sofá pra jogar Skyrim ou Battlefield vai ficar duas, três, quatro horas jogando sem parar, numa boa. Mas como fazer isso com o Vita que te obriga a ficar com a cabeça curvada e a vista focada em uma tela de 5″? Não dá…

Entretenimento é (e sempre foi) sobre o conteúdo certo na mídia certa. Os filmes do Uwe Boll são a anti-prova cabal dessa máxima.

O Vita vale a pena?

Em primeiro lugar, é preciso saber o que você espera dele. Você espera jogar com a mesma qualidade do PS3? Esqueça. Você quer jogos mais dinâmicos, mas que tenham cara de games de verdade e que possam ser jogados com controles de verdade? Ok, o Vita pode ser um caminho. Compare os jogos do Vita com os jogos do 3DS e decida quais os que mais te agradam.

Depois você precisa decidir se o investimento vai doer valer ou não. O Vita além de não ser muito barato ($250 nos E.U.A.) ainda requer um investimento em cartões de memória exclusivos que variam entre 4GB e 32GB. O de 8GB, que pode ser considerado um bom espaço para armazenamento dos jogos comprados na PS Store, está saindo por $29.99 dólares, ou seja, a brincadeira começa em 280 doletas e isso comprando lá fora. Adicione o imposto local dos E.U.A., IOF se comprar no cartão de crédito e taxa de importação no Brasil, se for o caso. Para economizar em jogos a longo prazo é altamente recomendável que você assine a PlayStation Plus; se você já for assinante, melhor ainda, o preço já estará diluído, além de já contar com uma biblioteca de jogos garantida para os primeiros meses de jogatina, sem gastar um centavo com jogos.

Se você entendeu o foco do Vita e o custo está dentro do seu orçamento, vai fundo que ele não irá te decepcionar. É um puta portátil e feito para quem gosta de videogames.
——-
A biblioteca de jogos do Vita está aí. Não é extraordinária, mas está longe de ser medíocre ou ruim. Poderia ser melhor? Poderia, mas por enquanto é o que temos e dá pro gasto com sobra. Se continuar no ritmo atual, a tendência é melhorar cada vez mais.

-----------------
Texto do grande Emerson da Gamegen, que faz excelentes colunas para o site. Recomendo que visitem:  www.gamegen.com.br

Além de concordar com cada mínima parágrafo deste texto, eu obviamente não deixarei minha opinião de fora, conforme abaixo. Boa leitura!

Eu concordo, é sim um excelente portátil. Falar que não tem jogos realmente é uma falácia. Acho que só Souls Sacrifice, Graviity Rush e Dragons Crown já valem a compra do Portátil. E em pouco tempo, a Plus acaba pagando o investimento que você teve com ele, dando jogos de graça e altos descontos, coisa que não existe de forma alguma no portátil da Nintendo.
E vamos lembrar que, nenhum título best-seller do PSP, saiu para o Vita até então. *GTA's da Take-two que vendeu horrores no Vita;
*Monster Hunter que tenho certeza que a Capcom fará quando o portátil der uma melhorada nas vendas;
*FF Dissidia da Square, um Kingdom Hearts;
*Os diversos exclusivos Sony, como Daxter, Ratched & Clank, God of War, Patapon, Gran Turismo,
*Metal Gear Solid da Konami

Ou seja, os títulos que fizeram o PSP vender seus 80 milhões de unidades, não estão presentes no Vita. Se estivessem presentes e mesmo assim não fizessem o portátil vender, seria muito ruim.

Citando também, um pequeno extra do portátil. O mesmo acessa os jogos da PS Mobile. A Square-Enix fez um jogo chamado Chaos Ring para essa seção e é um ótimo jogo também, vale a pena.

Se compararmos o custo do Vita com o 3DS, vemos que a longo prazo, o Vita é sim o que é mais em conta, devido a Plus. Até agora eu tenho os seguintes jogos gratuitos:
Zombie Tycoon 2
Retro City Rampage
Wipeout 2048
Uncharted Golden Abyss
Ninja Gaiden Plus
Chronovolt
Jetpack Joyride
Tales from Space Mutant Blobs Attack!!!
Plants vs Zombies
Disgaea 3
Gravity Rush
Knytt Underground
BlazBlue Continum Shift Extend
Germinator
Virtue's Last Reward
Dokuro (no qual estou jogando e é magnifico)

E os jogos que paguei muito barato, com descontos de mais de 50% na Plus:
Playstation All Stars Battle Royale
Sly 4 Thieves in Time
Metal Gear Solid 3 HD Collection
Little Big Planet PS Vita

E eu uso um cartão de 4GB, sem problemas, pois o Vita tem um aplicativo que lhe permite deixar os jogos guardados no PC ou PS3. Eu deixo tudo salvo no meu iPod 160GB. Se preciso de tal jogo, transfiro em 2min. Oque já elimina custos com cartões maiores.

Concluindo, a médio/longo prazo, se você compra um Vita que está custando uns 600,00 no Mercado Livre que já vem com um cartão de 8GB e assina a PS Plus Anual (algo em torno de 120 reais convertendo), você terá o portátil console mais econômico do mercado. E dificilmente, um cara que possui 3DS, conseguirá ter o mesmo numero de software que você terá para o Vita, por que haja dinheiro.

Esperaremos a GamesCom dia 21/08, que a Sony diz que será um show do Vita, onde teremos novos anúncios de jogos e um provável corte de preço para o Ocidente. Depois que o Japão teve corte, o Vita se mantém como 2º lugar nos ranks de vendas, perdendo somente para o 3DS (e com uma larga vantagem).

Eu acredito no sucesso do console e só venderei o meu, se demorarem para anunciar um novo FF Dissidia e um novo God of War ou inFamous. (sorry for the walltext)

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Re: Vita: “Ser ou não ser um portátil, eis a questão”

Mensagem por Felipe JJ em Ter 13 Ago 2013, 02:15

O Vita tem um problema de estratégia por parte da Sony, e é isso que o impede de ser um sucesso.

Desde o começo, a Sony quis passar a imagem dele ser um "PS3 de bolso", e sabemos que isso não dá certo pra portátil. Portátil deve ser um, e não tentar mimicar um console de mesa. Sendo assim, o que o Vita mais recebe são ports e jogos indies. Isso teoricamente é bom, mas não para esse tipo de sistema, em que as pessoas buscam jogos diferentes do normal, exclusivos de qualidade, e gimmicks. O Vita tem exclusivos bons? Tem sim, mas nenhum é system seller ou parece ter recebido grande investimento por parte da Sony (tirando Uncharted...).

O que faz o 3DS vender são as pencas de exclusivos AAA que o mesmo tem, e que são feitos pensando no formato portátil, não tentando ser um jogo de console de mesa. É nisso que o Vita peca. Eu o acho um portátil excelente, e até compraria um se tivesse como sustentar mais um sistema, mas como ele não tem uma biblioteca first party "portabilizada", sempre dou preferência ao 3DS.




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Re: Vita: “Ser ou não ser um portátil, eis a questão”

Mensagem por Wolfman em Ter 13 Ago 2013, 03:09

A parte que me chamou atenção no texto foi o "PSVita não é o PS3". É muito importante ressaltar isso, pois um dos problemas do PSVita tem sido querer vender sequências pioradas dos títulos do PS3, ou então ports ruins dos jogos.

O PSP apesar de ter alguns também, teve muitos jogos exclusivos e títulos bons que valeram a pena ter o console. Foi um console que teve identidade própria e não dependeu do console de mesa, diferente de como o PSVita meio que está agora.

Eles deviam investir nos thirdies, mesmo que menores pra trazer jogo, e fazer as próprias desenvolvedoras tentar algo próprio e diferente pro PSVita. Desse jeito poderiam aparecer vários outros estilo Gravity Rush.

Além dessa parte dos jogos, eles tem de pegar pesado no marketing também, pois até agora além de ignorado maior parte do tempo, quando fazem algo, é só pra tentar mostrar ele como um acessório pra PS3/PS4.

Enfim, torço pra que melhore a situação dele.

Robert Prado escreveu:
Eu jogo em uma 32″ com o PS Wireless Stereo Headset – nada de mais se comparado – e quando preciso mover meu PS3 para a 26″ do quarto, e/ou quando acaba a bateria do headset é um deus nos acuda.
Me identifiquei demais com isso. Laughing Comprei o Headset também e não consigo mais largar ele. Jogar sem nem tem como agora. Valeu cada centavo, e pra melhorar ainda será compatível com o PS4.

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Re: Vita: “Ser ou não ser um portátil, eis a questão”

Mensagem por Convidado em Ter 13 Ago 2013, 13:10

Bom tópico Prado! Karminha for Iu Laughing

Bem minha opinião sobre o Vita: é um console muito espetacular. As especificações técnicas do mesmo são surpreendentes. As funcionalidades estão em dia com os Smathphones, agora o que sinto falta mesmo é um motivo para comprar um Vita e não um PS3. Vejo que muitos jogos do Vita são na realidade jogos do PS3, apenas portados. Todos sabemos que o publico de portáteis é levemente diferente dos consoles de mesa, e acho que é isso que falta ao Vita: Exclusividade.

Também creio que quando a Sony começar a lançar seus famosos jogos para o Vita, a situação se reverta. Também acho que se a Sony trabalhasse um pouco melhor no seu portátil, ele seria bem melhor do que o 3DS, visto que particularmente acho os exclusivos da Sony bem melhores do que os da Nintendo.

Tenho planos de pegar o Vita (inclusive bem mais do que o 3DS - taquem pedras, mas não gosto dos exclusivos da Nintendo), mas como a situação está, prefiro mesmo esperar um pouco mais.

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Re: Vita: “Ser ou não ser um portátil, eis a questão”

Mensagem por Heerghost em Qui 15 Ago 2013, 08:22

Muito bom o tópico, eu acredito que o PS Vita é um portátil visionário e o seu "problema" é ser muito avançado, por isso as comparações com o PS3. Quando a Sony "acertar" com o conjunto Hardware e Software o Vita decola, tenho certeza. Isso tb ocorreu com o Nintendo DS no inicio. Obs: Não sou fanboy, já tive um DS e um PSP, particularmente ainda prefiro o PSP pelos jogos clássicos, pois sou da geração 8 bit's...rs

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Re: Vita: “Ser ou não ser um portátil, eis a questão”

Mensagem por Convidado em Sab 28 Dez 2013, 00:11

eu to pensando em comprar um vita. gostei do texto vou analisar com mais calma.
estou com o ps3 e tenho 30 jogos, entretanto, ando enjoado com todos, não sinto mais essas coisas toda por games. vamos ver se vale a pena pra mim um psvita

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Re: Vita: “Ser ou não ser um portátil, eis a questão”

Mensagem por Cortex em Sab 28 Dez 2013, 00:22

O Vita sem dúvida TERIA bem mais sucesso q o Wii U tem, só que a sony n aproveitou o vita de forma correta Rolling Eyes 

Só a Sony para reverter o que está agravado no vita atualmente... cheio de ports de PS3, um semi-PS3. com pouquissimos games, e rarissímos games de qualidade.

Roberto veste Prado escreveu:Eu acredito no sucesso do console e só venderei o meu, se demorarem para anunciar um novo FF Dissidia e um novo God of War ou inFamous. (sorry for the walltext)

No meu caso é de comprar o portátil.

E deu uma fome... mesmo vendo essas carnes cruas.

prado escreveu:o primeiro olhar na Wasteland, assim que você escapa da Vault 101 – Fallout 3;

Eu vivenciei isso menos de 2 horas, e cara eu nem sei que sensação que eu tive, fiquei em choque.

Mesmo ja vendo os Gameplays pra ter noção. rs


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Re: Vita: “Ser ou não ser um portátil, eis a questão”

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