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[Fan-fic] Wings of Steel

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[Fan-fic] Wings of Steel

Mensagem por ARTSTRET em Ter 06 Dez 2011, 10:36

Tópico no blast:Aqui, ôôÔ
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Nova fan-fic minha, acho que vai ficar demais Very Happy
É meio baseada em Pokémon, Beyblade e ... pássaros, lol.
A história se baseia na vida de André, que muda radicalmente ao salvar um pássaro SW de comerciantes ilegais. Espera, o que é SW? Leia e descubra xD

Prólogo:
Spoiler:
André já estava procurando pela terceira vez o seu lápis vermelho. A professora disse para ele parar de batucar a mesa, mas... quem é ela pra mandar nele?
Era a última aula do 3° Colegial, ninguém mais ligava em ir para a diretoria, ser suspenso... todo mundo só queria ir para cada... dormir...jogar, sair com os amigos... liberdade!
Achou. O lápis, embaixo da mochila de Julia, sua colega, ficava a duas cadeiras dele.

-Achei o seu lápis...- toda tímida, ela levantou, com mãos trêmulas, o lápis vermelho. André olhou com seu..." olhar sedutor".

Devo constar nessa história que escrevo para você (Sim, você) que... André não... era muito bom com as mulheres.
Ele, como os outros "coleguinhas", tentava ser descolado, mas... ele só era... ele! Mas, o ruim é que ninguém te aceita quando você é verdadeiro: mais da metade dos caras daquela classe eram ou nerds fudidos (Devo incluir palavrões?... devo sim.) ou aficionados por jogos online.
Mas Julia gostava um pouco do André: eles faziam alguns trabalhos, lições juntos, mas raramente, ela se "soltava".
Ah, desculpe-me, caro leitor, me esqueci:
Não pense que estamos e um ano qualquer, não;
Vou adiantando: o mundo não acaba em 2012; Sim, desastres ocorreram por todo o mundo, mas nós nos mantemos.
A sociedade evoluiu; Melhor, precisava evoluir. E se o mundo fosse acabar? Precisaríamos estar prontos para nós defender...certo?
Em 2023, ano que essa história se baseia, enquanto pesquisadores, cientistas, etc procuravam por uma maneira de acabar com esses desastres, e ao mesmo tempo, acabar com os problemas ecológicos, em uma escavação, descobriram uma passagem para uma sala. No meio dela, viram algo como uma coruja. Ao chegar perto dela, vários "espíritos" de pássaros começaram a sair dalí, como morcegos enfurecidos.
Eles voaram para todas as partes do mundo. Quase todos receberam...um pássaro?
Especulações, dúvidas...até que descobriram que aqueles pássaros faziam-
espera... do que estávamos falando mesmo? Ah, sim, da aula mais chata.
André levantou sua cabeça, que repousava sobre os cadernos de Matemática e de Ciências.

*- Porque não batucar? Quem sabe... eles não me achem mais legal?*, pensava André; Ou melhor, "Agia andré".

Pegou agora uma caneta em seu estojo. Duas baquetas. Ele ia começar a batucar, quando...
TRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM
O sinal tocou. Que som glorioso!
André guardou, rapidamente, seus materiais e pegou seu 433DS, com uma cópia de SkyWarriors.
No ano em que você deve estar lendo essa história, leitor, Pokémon, com certeza, é uma febre: e, hoje em dia, não se fazem mais Pokémons: e sim, SkyWarriors.
Agora sim, posso continuar a explicar... o caminho até a casa de André é bem longo, então, dá tempo... se não me engano.
De qualquer jeito:
O jogo já era febre antes do caso dos espíritos.Descobriram que a história do jogo era verdadeira: existiam, mesmo, pássaros que eram capazes de lutar entre si sem se "machucar". Podia parecer estranho, mas logo ao saber disso, o criador do jogo criou o SWC (SkyWarriorsCenter).
Nele, você achava todos os tipos de pássaros SW que existiam, alguns fora de estoque: com eles, vinha um bracelete, que mostrava a vida do seu pássaro, seus itens, ataques especiais, etc...
Pode parecer estranho, de cara, começar a fazer isso, a arrumar batalhas: um jogo na vida real. Porque eles não foram descobrir como aquilo era real?
Dinheiro. Tudo culpa dele. Você tem idéia de quanto o criador e todos que estão nesse meio ganham com isso? Você, leitor, também não compraria um pássaro? Imagine, um..."pokemon" real! Fantástico!
Mas, tinham regras e tudo mais: batalhas, só no SWC, ou nos MSCW (mini), só para batalhas... Só que, claro, alguns tinham que infringir essa regra...
André nunca ligou para isso... sua mãe, também, nunca deixou ele ganhar um... ou capturar um.
Por mais triste que seja, existia a venda ilegal de SW, eles davam muito dinheiro. Também porque os SW ilegais eram mais forte, porém mais traiçoeiros.
Mas haviam alguns soltos por aí, e havia o Capture Whip, um chicote especial, ao tocar em algum SW, você espera 10 segundos. Se ele não se soltar, quer dizer que ele é seu.
Ah, ok, André está quase perto de sua casa...
O ruim da casa dele era que haviam muitas árvores por onde ele sempre passava para ir para lá, e cheias de SW.

-Porque só eu?- ele chutava as pedras, pedrinhas e pedronas pelo caminho, enquanto reclamava

-Todo mundo... ah, dane-se, eu não preciso disso... já é fé-
Enquanto André passava tranquilamente, ele escutou, dentre as árvores, escutou:

-PONHA ELE LOGO NESSA JAULA!
André poderia muito bem ter corrido para a sua casa e não ter ligado para aquilo, mas algo dentro dele o fez entrar dentre as árvores...
Chegou.
Haviam dois caras: um dentro do carro e outro tentando prender um SW numa jaula.
André, ao ver aquilo, deu um passo para trás e se escondeu atrás de uma árvore.
-ENTRA... AH, JOÃO, VOU TER QUE CORTAR!

*-Cortar...?*- Pensava André, coração á mil por hora.

-FAÇA-O RÁPIDO, VAI!

Em uma fração de segundos, o homem tirou um facão de seu...cinto e cortou, sem pestanejar, cortou uma das asas do animal.
Se você já se machucou feio, ou te deram um beliscão, imagine essa dor vezes...infinito.
André viu tudo. O sangue jorrava no chão, e o homem sorrio irônicamente.
O grito da ave ( que André nunca tinha visto) traumatizou André: até hoje ele sonha com esse grito.
Sem pensar, André deu um salto e apareceu na frente do homem, que guardou seu facão.

-SOLTE-A! -Gritou André.

O homem e o homem do carro ficaram olhando para ele.

-mas...o..que...?
Sem pensar (novamente) André tomou impulso e caiu em cima do homem, todo ensanguentado.

-MEU DEUS, CARLOS! ESPERA AÍ - o homem, gordo, saiu do carro com o sovaco suando demais.

-SAI DAÍ, SEU-

André, sem nada a fazer com o homem no chão, morde sua orelha.
Mais um grito de dor

-SAI DE CIMA DELE, FEDELHO!

O gordo puxou André com toda a força, que caiu perto da porta do motorista do carro.
Com o coração a mil, ele tinha que pensar em algo... oque fazer... oque!
Enquanto isso, os homens vinham com seus facões...

-JÁ SEI!

André deu outro pulo, entrou no carro e deu ré, com toda a sua força.
Fechou os olhos.

Depois de alguns segundos, viu que os homens estavam prensados nas arvorés...vivos! André não sabia se ficava alegre ou com um terível medo.
Mas, ao ver a ave, não pesou duas vezes, tirou-a do carro e a levou com jaula e tudo, enquanto sangrava e chorava em silêncio.
André poderia se sentir um heroi, mas ele sentia nojo e tristeza por aquela ave, que nunca mais iria voar...
Enquanto corria dentre as árvores para a sua casa, a coruja adormeceu... o caminho de casa nunca foi tão longo...

Capítulo 1- Decisão
Spoiler:
Um cheiro gracioso de frango grelhado saia pelas janelas encancaradas da casa de André. Mas quem pensaria em frango numa situação daquelas?
Ao chegar na porta de sua casa, ele começou a bater freneticamente na porta, o que chamou a atenção da sua mãe, que foi correndo ver quem era.
Ao abrir...

-Meu...filho, O QUE É ISSO? VOCÊ TÁ TODO-- SUJO DE---AAAHhhhh....
...

-Ela vai ficar bem, só desmaiou- Disse o médico á André

-Ah... tu-tudo bem... erm... o senhor deve ter percebido que eu tenho uma...ave aqui- André levanta a gaiola para mostrá-la para o médico- tem algum...

-SWC? Porque essa não é uma ave- MEU DEUS! A ASA DELA! AAAAhhhh....
Caploft, outro no chão.

-OQUE? Ah, mais um u.u TÁ DE BRINCADEIRA, COMO QUE UM MÉDICO TEM MEDO DE SANGUE? CO-

Ao levantar um pouco a gaiola, viu que a Ave/Pássaro havia adormecido profundamente. Sem ligar nem para o médico caído no chão, André saiu correndo para o SWC mais próximo.
Ah, leitor, devo-lhe dizer que, nesse...novo mundo, você deve achar que existem carros voadores, estradas técnologicas, e tudo isso... existia, sim. Só que só para os riquinhos.
A...parte pobre das cidades vivia em um meio termo, semi-evoluido tecnologicamente. Mas, claro, todos tinham inveja daquele... mundo.Dos ricos.
Havia um muro gigante, como o muro de Berlim, que separava-os. Houveram várias tentativas de passar por alí, mas a segurança reforçada não deixava nem uma mosca passar.
Sério.
E, adivinha em que parte da cidade André morava?... Na pobre, claro. Leitor, eu sei, seria mais engraçado com o lado rico, mas... ah, o que eu estou falando?
De qualquer jeito, André estava ofegante quando avistou um SWC. Era amarelo, com 3 listras grandes laranjas, na vertical. A porta de entrada, oval, abria e fechava, como aquelas portas de Shoppings Centers da vida.
André não tinha nem mais forças para andar: quando ele havia saido do hospital, o sol ainda, acordado, banhava alegria. Agora, a lua e as estrelas traziam a solidão.
André, com as suas ultimas forças, tentou correr até-
No meio do caminho, uma pedra...média, faz com que André tropece e caia de barriga no chão.
Para proteger a Ave, ele jogou-a para cima e a pegou de volta.
Ao colocá-la no chão, a ave...continuou durmindo... pobrezinha...
André, enquanto tentava se levantar, viu que não iria conseguir... e se ninguém mais aparecesse alí? Estava acontecendo a final do Campeonato Internacional de SkyWarriors!, e não havia NINGUÉM na rua.
Mas, mesmo assim, ele só conseguia pensar na Ave... na dor que sentia...
no...sono...que...sen...tia...
...

-Moço? Moço? ACORDA AEW, MULEQUE!

A menina, com toda a sua força, puxa André, que acorda assustado.

-QUEM-QUEM É VOCÊ? - disse enquanto procurava a jaula.

-É...desculpa pelo puxão, hehe. Meu nome é Elisa, prazer.

Ela estendeu a mão para cumprimenta-lo, mas André estava tão aflito que ficou alí, parado.
Elisa, vendo isso, estendeu seu braço e o colocou sobre o pescoço de André, ajudando-o a andar.

-Meu deus... você tá muito mal...

-Ave...ave...

-O que?... AH, O PÁSSARO, HHAH, sim, sim, desculpa, cara. Eu levei ele pro SWC e depois vim te resgatar. Foi... você que resgatou ele?-
André balançou a cabeça, confirmando que sim.

-Que...lindo! Sério mesmo... Ah, nossa! Olha a sua blusa! Blá blá....

Algum tempo depois, de ter entrado lá, tomado uma água e etc...
André foi ver como estava o tratamento de seu bichano.

Espera, seu? SEU BICHANO? Não, não. André, calma, André: eu só resgatei ele... depois, eu vou jogar ele na floresta, blá blá, e tudo ficara...melhor?
...
Aí se deu conta de que a menina tinha resgatado ele com uma bicicleta.
E, alias, ela salvou ele e o pássaro, e ele nem agradeceu.
Enquanto Elisa ia buscar uma água,André se espreguiçou, se levantou e foi em direção á mesma.
-Olha... muito obrigado... sério mesmo!

-ah, de nada...André?

-É, isso mesmo, André- ele sorriu.
Por um breve instante, os dois pararam... um olhando para o outro... Elisa segurava aquele copo d'água como se fosse uma bomba...

Quebrando o silêncio:
-É... então, André, vamos lá ver como esta a sua... Ave. Alias, de que raça ela é?

-É...bem, ela não é minha... e nem será, pois depois, se ela ficar melhor, vou soltá-la na natureza... e, estranhamente, nunca ví uma ave daquele tipo...

-Será que...espera aqui André- disse Elisa, correndo, derramando água pelos corredores- Alias, vem comigo, André! - disse ela, longe, longe...
Correndo por aquele corredor, André viu vários pássaros enfaixados... alguns melhores indo embora... Espera, cadê a Elisa? Olhando para todos os corredores, ele não a achava...
-Aqui, nessa porta! Vem!
E lá foi ele...
...

-Acho que... já era previsível para vocês que a asa dele/dela nunca poderá ser... digamos, recolocada.

André sabia disso, mas não queria demonstrar a tristeza em seu rosto.

-Mas...mas... PAI!

-OQUE? ELE É O SEU PAAAAI?- disse André, apontando para o senhor.

-Há, há, olá, André. Sim, sou pai dela. Meu nome é Doc. Louis, prazer.
Louis era barbado, com cavanhaque e tudo, não era branco porque ele não era tão velho, usava um jaleco branco, que parecia que foi passado de manhã, que tinha um leve aroma de azeitona.

-Pai, não tem nada que possamos fazer?

Imediatamente depois disso, um pássaro chegou, cortando o ar.

-uou, calma aí, garoto- Louis levantou seu braço: A andorinha pousou suave.

-Nossa, esse aí é um...

-Sim, um Andrew original... É meu companheiro quando estou sozinho por aqui... mas sempre vem gente aqui ou com seus animais de estimação ou com os pássaros... SW ou não. Eu cuido de todos- Sorriu, olhando e fazendo carinho na cabeça daquele Andrew.

-bem...Então, doutor...
André suava frio... não sabia o que exatamente dizer...até que saiu:

-Eu...tenho um elo muito forte com esse pássaro. Eu posso ter encontrado ele a, sei lá, umas 6 horas atrás, mas eu sinto algo por ele, como se eu o conhecesse á tempos. Ele parece estar sofrendo muito, e se você... conseguir fazer com que ele consiga voar de novo, eu serei eternamente grato ao...senhor...

Elisa estava quase chorando com esse discurso, quando Louis olhou esperançoso para André; Ele pareica de orgulhar dele quando colocou sua mão (sem o Andrew) no ombro de André

-Não se preocupe. Ele vai ficar bem. Mas, só tem um jeito dele voar novamente...

-qual?- André aproximava seu rosto do de Louis

-Asas...de AÇO!

-Hã?-Hã?- O que significaria aquilo?

-Entrem aqui, vamos.
Ao apertar um botão, uma porta secreta se abriu, atrás aonde Andrew dormia. Ao abrir, Andrew voou graciosamente por dentro daquela sala.
Pedindo ajuda á André, eles levaram o pássaro até uma outra sala secreta.
Não dá pra explicar em palavras, mas imaginem o laboratorio do Dexter, só que um pouco menos claro.

-Ponha-o aqui, vamos...- Uma maca reluzente, de metal, foi o lugar onde o pássaro repousava.

-Olha, esse pássaro é um especial, pois é um daqueles sem nome nos braceletes: são os desconhecidos. Você dará um nome para ele... Podemos dizer que ele... ah, sim, é ele..bem, voltando, ele é da espécie...- Ao checar o exame de sangue, uma surpresa:

-Ele..não tem espécie... bem, que seja, não é importante. O importante é o seguinte:
Eu vou implantar nele uma Asa de Aço, quase uma asa real, e possívelmente ele poderá voar... mas VOCÊ terá que ensiná-lo.

André, imóvel, pensava em algo para dizer... se ele ainda estivesse pensando em deixá-lo na floresta... Mas não:

-Eu vou ensiná-lo. Só...cuide dele, por favor.

Elisa, quase chorando novamente, correu para pegar um lenço e assoar o naris. Enquanto isso...
Louis olhava sorridente para André... Até que o sorriso se tornou uma cara séria:

-Mas... existe uma probabilidade de 99 porcento de dar errado. Quero que você esteja ciente disso.
Dessa vez, andré não pensou duas vezes.

-Pode fazer... esse pássaro é forte. Ele vai sobreviver. VAI.

Louis sorriu novamente.
-Então...vou começar a ...operação, digamos assim. Espera no corredor com a Elisa...
E lá foi André, naquele corredor, sentado numa cadeira de plástico, onde segundos viram minutos, minutos viram horas, horas viram décadas, e décadas viravam...séculos...



CONTINUA NO PRÓXIMO CAPÍTULO...

Ficou bom? No que mudar?

Vlws aew por lerem o/

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Re: [Fan-fic] Wings of Steel

Mensagem por Convidado em Dom 17 Mar 2013, 19:32

Prólogo: Está tudo no passado, como se ele tivesse morrido, e alguém está contando a história dele. As coisas acontecem rápido demais, ou melhor, as coisas não acontecem. Muito confuso, é como ler uma sinópise de um livro, parece um treiler, só está as melhores partes (daí acabam as semelhanças). E você descreve as coisas violentas de forma a fazer com que eu pense como é, ou seja, se eu não sei ou senti tal coisa, eu não saberei o que ocorri. Então você deve descrever melhor essa "lutas". Outra coisa é a quantidade desnecessária de parágrafos, realmente desnecessária, pois você diz algo em um parágrafo e no outro termina a frase de um. E você não descreve o pássaro, e se eu nunca tiver visto um pássaro?

Capitulo 1: Isso aqui não parece um capitulo, parece mais a continuação do prólogo. E os erros ainda aumentaram. Você aumentou a quantidade de parágrafos desnecessários, e a primeira cena o médico surgiu do nada, e que mãe é essa que não ajudou o filho a ir ao médico, e ele sangrando ir curar a porcaria de uma ave e ela lá parada, se a intenção foi essa não sei, mas se foi, isso deveria estar refletido na personalidade dele. E ao decorrer da história percebe-se que seu cérebro deu um UP e conseguiu escrever mais um pouco, criando um pouco mais de sentido nesta história sem nenhum sentido. Mas isso durou pouco. Lá para o final duto fica muito confuso, "corredores", "portas", "aves", "uma garota"... enfim. Entretanto no fim dessa loucura toda, é possível ver o real motivo de toda a história, que é quando você diz sobre a ave não ter raça, e sobre as asas de aço, 99% de chances de não dar certo, entre outros. Depois chega o fim, aí sim seria o verdadeiro capitulo.

Ambos (os dois juntos): Na verdade a única coisa que se aproveita de toda essa bagaça, é ele na escola (uma pequena parte), a briga com o cara (que foi horrível, uma loucura sem sentido), e quando ele encontra a garota e as asas de aço, o resto é lenda (a pior lenda que existi). Os dois juntos deviam ser apenas um prólogo, não parece prólogo e capitulo, parece prólogo (parte 1) e prólogo (parte 2).



[Sim, vi a data moderadores. Mas é uma história, e uma história deve ser comentada, não apenas para o autor, mas também para o leitor.]

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